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Texto
| De todas as formas, tentei A, de amor, começa o teu nome N, de não, esse “não” que eu ouvi G, de graça, que, doce, consome E, de eterna, como te sinto em mim L, de luta, a que me faz homem A, outra vez, ao início – sem fim música de roda que a alma cantA infinita de paz, se tanta, do édeN nem perdem um “bigode” de TanG instantes dessa criança: livre, levE não me serve senão adulto/infantiL amor pueril, safadinho, o que te amA A tua cabecinha, quando em meu peito deitava Não de mim, mas de ti, mágico leito formava Guardando, essência, meu orgulho masculino E porque te incomodavam os meus pêlos Lentos, meus dedos penteavam teus cabelos Afastando a tua atenção. coisa de menino! A Noite Gritava, Em Lenta Agonia Ao Nascer, Gemido, Este Louco Apaixonado Agora Nem Gritos, Estridência - Límpida Alforria Assim, Nascido Gigante, Em Leito Abençoado brAnda e suave esperança taNto que tu tens de criança seGues apenas a breve alegria atÉ que, então, por pura travessura baLão de festa que tua mãozinha fura AFAstam-se os dois do resto da poesia “A”, ”N”, ”G”, ”E”, ”L” e ”A”: Não tolhem, ao contrário, o que há de vir Guturais, meus cantos sabem todos voar E, embora maiores, podem sim caber aqui Lactante metáfora desse teu verbo amar Ao limite que imaginas, nunca me prendi Ainda Não Guardei, Em Lembrança serenadA Nada que sonhava na terra fecunda de sêmeN Gatilhos tremem, como em duelo de Bang-BanG E um fôlego de sangue nessa morte prementE Libertar a calma, em frente, livre do golpe fataL Afinal, Nesses Grilhões, Escapa Libertada Alma (Jan/2001) |
| FernandOliveira |
| Publicado no Recanto das Letras em 05/11/2009 Código do texto: T1905985 |
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Sobre o autor

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FernandOliveira
Brasília/DF - Brasil, 55 anos
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