Autores

Sobre o autor
Amael Oliveira
Aracaju/SE - Brasil, 23 anos
62 textos (17757 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 27/11/09 04:46)

textos do autor  
Contos (2)
Poesias (43)

Perfil
Sou formado em Letras/Português pela Universidade Federal de Sergipe. Atualmente sou funcionário público do município de Aracaju, capital sergipana. Desenvolvi trabalhos na área de literatura brasileira sobre identidade, nação e memória, em parceria com o PIBIC/CNPq.

Trabalho com revisão de textos para a internet no site da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb) da Prefeitura de Aracaju (www.aracaju.se.gov.br/emurb).

Gosto do que faço, dos livros que leio, do contato com pessoas de outros tempos; Ler também é conversar com pessoas de outras épocas. Além do curso de Letras que amo muito, tenho uma especial dedicação à Filosofia (Meus filósofos mais amados são Sartre - a liberdade do ser - Nietzche - A descoberta de nossa orfandade no mundo - Schopenhauer - o pessimismo da existência - Andre Conte-Sponville - a felicidade desesperadamente.) e à Psicanálise como explicação possível para minhas dores tão ocultas de saudades.

Escrevo, porque acredito no que digo. E sou amador, porque, acreditem, faço com amor. Não senhores, o poeta não é um fingidor; ele está muito mais para sofredor, pois sente na epiderme o peso da humanidade toda, das dores todas. De certa forma, a escrita me liberta. Ela me dá um certo poder sobre a existência.

Meus professores, colegas de curso e amigos falam que meus textos são muito introspectivos. E em verdade os são. Não porque o queira eu, mas porque me sou introspectivo, sou-me profundo em poço de escuridão. E comumente olho para dentro de mim em busca de respostas.

Para os que temem a morte, digo a todos: "Eu não morro, fugirei em um cometa para Avalon..." Sou infinito demais para acabar. Sumirei em explosão de átomos de alegria. E quando procurarem por mim e não encontrarem, não sofram. Estarei em Londres, bebendo uísque no palácio da Rainha.

Confio ter dito algo de mim. Como me vejo e vejo o mundo. Pudesse ficar o dia todo a falar de mim, mas o tempo __ Oh, monstro que tudo devora! ___ não me deixa. Encerro agradecendo humildemente sua visita a minha página. Clique em textos e leia-me como se amigos fôssemos de longa data. Difícil dizê-lo, e, no entanto, direi: Adeus...


Última atualização em 27/11/09 04:46
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