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Sobre o autor
Thackyn
Belo Horizonte/MG - Brasil, 46 anos
65 textos (1649 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 26/11/09 07:29)

textos do autor  
Duetos (2)
Poesias (25)
Rondel (1)

Perfil
Sou um pouco tudo e quase nada
Sou aquele que vaga no lume da estrada
Sou quem você desejar
Sou sem nunca ter sido
Sou apenas um Poeta
Que nunca se apresenta
Porque sou multi
Muitos em uma só Pessoa...
Mas deixe a poesia falar por mim:

QUEM SOU EU?
Thackyn

Eu sou um pássaro de sem asas
Vôo livre apesar das paredes
Redes interligadas sem fio
Uma bomba prestes a explodir
Sou a dinamite sem pavio
Cio de fêmeas tresloucadas
Na lucidez das tempestades de um ser temporal...

Eu sou o oposto do outro
Couro seco longe da luz
Cruz atravessada no caminho
Ninho de águias cegadas pelo sol
Rol de personagens sem personalidade
Identidade obscura e sem marcas
Lágrima seca perto das sombras

Eu sou e tenho convicção de sobra
Para pensar não sei sabendo
Na inconstante procura pela paz
Brigo e faço guerra por isto
Risco eminente de vida
Lida interminável de um ser antes idealista
Artista que se transformou em burocrata

Eu sou aquele que tinha tudo para não ser nada
Almofada usada sem carimbo
No limbo e sem marca própria
Escória para os pseudo-intelectuais
Uma pedra no caminho dos poderosos
Ossos coberto por pela ressecada
Escada e trampolim sem jornada

Eu sou o pensar poético fora de moda
Sou formado em Letras sem ser totalmente letrado
Tenho licenciatura e não sou educador
Ensino sem ser profissional professor
Dou parecer sem ser advogado e julgo sem ser juiz
Escrevo poemas sem ser poeta e profeta do acontecido
Sou apenas um escritor entusiasta

Para muitos sou mais um pervertido
Oportunista e sem graça
Caça e caçador desarmados
Chato e a pelagem dos bichos
Um cavalo metido a tigre
Um ser borboleta que pulou etapas
Que nunca passou pela metamorfose...


Paixões: Mulheres, futebol, praia e ...

Sim. Amo uma, duas, três e, diversas vezes mais, Amo...
Amo o Amor do sádicos; quiçá masoquista seja?...
Tomo-te entre palavras loucas e rego-te com seco vinho
somente para saciar os teus desejos como sangue...
De assalto tomo-te para outra doce briga.
Como um medieval ataco-te sobre a biga
e do suave sangue que corre por suas entranhas,
sangro-me em rosé gozo por conta das tuas artimanhas.
Inerte me quedo com o alvo sangue gotejante...

Esportes: Futebol e sexo...

O resto, eu odeio, inclusive uma prática comum do homem: fazer o mal...

The badly, even that has slept it always will be woken when motivated for dream and human ambition.

O mal, mesmo que adormecido, será sempre despertado quando motivado pelo sonho e pela ambição humana.

Atividades:

Caminhar...

A língua
que lambe a alma
lambe seca e acalma
até o salivar
Gosto de manjares
líquidos que cheiram
a suco de fruta proibida
néctar de outras línguas
em gostos variados
de línguas em abraço
quando [as línguas]
fazem amor...

Livros:

Li tantos que não seria justo citar poucos...

Criamos os nossos mitos
Inventamos nossos personagens
Mesmo assim acreditamos ser racionais
No Planeta nos unimos
Na emocional amizade
Na louca procura das palavras
Encontramos nos versos o caminho
Para explicar o inexplicável segredo do viver

Música: agora estou ouvindo Luiz Poeta

U2 - várias bandas de rock

Como as águas do mar
Seguimos oceano afora
Nas marolas da vida
Surfamos e banhamos pés e areia

Com o tempo
Deixamos de apreciar o belo
Mas em um piscar de olhos
Contemplamos a beleza...

Programas de tv:

Esportivos...

Quando as línguas se calam
Mudas gargantas que exalam
O cheiro do desejo
Clamando por beijo

Filmes:

Vi tantos que guardei inúmeras imagens que se transformaram em poemas...

Vaguei pelas sombras
Vim de certo Cantinho
Aqui te encontro: Poesia...
Para reencontrar a vida

cozinhas:

Italiana, Japonesa, Mineira, Portugesa, etc...

TEU MEL

Quero provar do teu mel
Abelha-rainha dos meus sonhos
Muito longe da colméia vivo
Atrás dessa sua louca determinação
Razão para alcançar cada objetivo

Cautelosa menina de sabor doce
Teu cheiro exala o néctar
Fetiche de qualquer mortal
Delírio de todo poeta
Do hebraico originou sua graça
Longas madeixas que encobrem a taça
Transpirar açucarado de encher o prato

Sou um simples vassalo
Tentando conquistar rainha
Roubar tua imagem é o meu desejo e sina

Ensino-te o abecedário poético de
traz para frente
E na ponta do lápis o desejo ardente
Serás minhas nem que sejas no parar
da hora
Ouvir o som de tua voz e me esquecer
do agora

Quero provar do doce do teu mel
Abelha-rainha ou Anjo que caiu do céu...


Última atualização em 26/11/09 07:29
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