Sobre o autor
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Gomes da Silveira
Fortaleza/CE - Brasil
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(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 26/11/09 07:48)
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Perfil
Em diversos momentos de seu tirocínio, um bobo da corte. Simplório nato. Mas que gosta de interagir e influir. Por isso, nos "anos de chumbo", três vezes férias num calabouço.
João Gomes da Silveira - diz no registro - e, para as amizades, só "João". Então, Gomes. Licenciado e pós-graduado em Letras. De miúdo, já garatujava papel que pegasse. Seu primeiro cúmplice: um tal caderno "Avante!"
Viu o Sol pela primeira vez num 4 de junho. O ano não se lembra bem, mas sabe que ouviu, ainda na barriga da mãe, muitas rajadas da Segunda Grande Guerra.
O mar, na cidade grande, este um o guri só pôde ver aos 7, retardo que custa ao coroa, ainda hoje, grande fascínio pelos "verdes mares bravios de minha terra natal", mares estes tão bem cantados e exaltados pela prosaica lira de José de Alencar.
A partir de uma longa busca por livros, revistas, jornais e papéis variados, atualmente espera a edição de seu DICIONÁRIO DE EXPRESSÕES POPULARES DA LÍNGUA PORTUGUESA, um dos maiores (dos maiores, sim, não dos melhores)já garatujados pela mão de um cabeça-chata, oxalá do País. Bicho-do-mato, quiçá neto da índia Iracema, mas, com toda fé de verdade, um modesto esculhambador do rei. Um pouco do Zé Simão, nos agires da garatuja.
O catatau do livro supracitado acha-se na fase de aguardo para impressão, com rubrica de uma grande editora de São Paulo.
Trabalho similar, também pela mesma pena organizado, está amealhado, concluído e impresso, já enviado à Biblioteca Nacional, a fim de ter averbamente legal e autoral. Este novo projeto leva o apelido de GLOSARIO DEL ESPAÑOL POPULAR. Outro calhamaço pai-d'égua, um Everest ou Himalaia quanto ao número de folhas (1.140 páginas).
Assim e assá, por favor, mais sobre este aludido gajo nas asas dos ventos do Nordeste ou por aqui mesmo, nas lorotas & potocas que rabisca nas páginas deste hospitaleiro RECANTO DAS LETRAS.
Mui cordial abraço no coletivo das amigas e amigos, também nos desafetos que, individualmente, enquanto pessoa física, não fará jamais, porém tudo na macia, sem o ônus, às vezes perverso, da dita globalização. Agora, o coisa-ruim militou na vida pública, cuidado. Se tergiversar, pau come de esmola no lombo.
BAJO EL IMPERIO DE LA LIBERDAD, boas falas e liberdades, às carradas, para todos. Enfim, corda solta para vocês que fazem uso de todos os meios de expressão, até fazendo caretas ou espinafrando o rei!
Recanto das Letras, outubro, 2009.
Gomes da Silviera
Última atualização em 26/11/09 07:48