Sobre a autora
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Juliana Castelar
São Gonçalo/RJ - Brasil, 37 anos
308 textos (8360 leituras) 2 e-livros (35 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 27/11/09 07:35)
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Perfil
Eros e Psiquê (O Soneto)
És dona dos meus sonhos, meu abraço,
Personificação do meu desejo...
Cúmplice, fiel, dona do meu beijo,
Envolvida em meu corpo, o santo laço...
Ao nascer do sol és tudo que vejo...
Quando estou só, o teu corpo lindo eu caço
Fazendo dele abrigo, o meu regaço,
Parte sagrada de mim, todo ensejo...
Temos um sentimento alvo, inviolável
Que transcende as histórias mais eternas.
Unimos bocas, mãos, beijos e pernas
Em nossa teia singela e invendável.
És tu a musa mais especial,
A flor, minha Psique, amor imortal
Tulio Rodrigues
Tulio achei que teu soneto deveria estar em um lugar especial, presentes lindos e sensíveis como estes, merecem um lugar de destaque. Torno a dizer que toda e qualquer palavra, tornar-se-á simplória e não chegaria a altura de minha emoção.
Obrigada mesmo!
De coração!
Juliana Castelar
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Sorriso Castelar
Castelar é assim...
Com um sorriso lindo deslumbrante
Felicidade se encontra em cada ponto da sua foto
Ju não conheço nada e nem conhecerei tudo
Mas seu sorriso é contagiante
Conquistamos tudo aqui, encontramos lá
Ju Castelar
Um anjo passageiro da paz que trouxe e traz a felicidade
De um amor que nunca ira terminar ou ter um ponto final
Alegria, amor e paixão é lindo
Mas à vida sempre está brincando como nossos sentimentos deixando feridas
Que com sabedoria iremos encontra o amor seja de onde for
Com o céu brilhando e a luz refletindo em seus olhos
Nunca é tarde
Nunca é cedo
Desculpe-me.....
Não sou bom assim..
Mas você me encanta e me emociona
Apenas pela foto
Ju Castelar
Kellen Cristine é assim que lhe vejo
lindo sorriso
olhos vibrantes
buscando o desejo
da felicidade ao luar
brilhando as estrelas
que enfeitam a noite
sem desespero da paixão se apagar
e sim o dia raia voltando à esperança.
Obrigada Igor(Medieval) por este lindo presente!
Amei! De coração amei!
E fiquei muito feliz!
Teus olhos nunca me viram, mas tua alma doce de poeta conseguiu captar as minhas emoções.
Beijokas estalantes
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Juliana
Num fim de tarde, meio de dezembro
Ainda me lembro e posso até contar
O sol caia dentro do horizonte
Juliana viu o amor chegar
A lua nova perto da ribeira
Trançava esteiras sobre os araças
Entrando em relva seu corpo moreno
Juliana viu o amor chegar
Botão de rosa perfumosa e linda
tão menina ainda a desabrochar
Pelos canteiros do amor primeiro
foi chegada a hora do seu despertar
E a poesia então fez moradia
na roseira vida que se abria em par
Entre suspiros junto à ribeira
Juliana viu o amor chegar
E Juliana então se fez mulher
E Juliana viu o amor chegar
Botão de rosa perfumosa e linda
tão menina ainda a desabrochar
Pelos canteiros do amor primeiro
foi chegada a hora do seu despertar
E a poesia então fez moradia
na roseira vida que se abria em par
Entre suspiros junto à ribeira
Juliana viu o amor chegar
E Juliana então se fez mulher
E Juliana viu o amor chegar
E Juliana então se fez mulher
E Juliana viu o amor chegar
Antonio Adolfo
Beijos no Véi! rsrs
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Olá pessoal!
Hoje resolvi mudar o meu perfil
São poucos os que já passaram pela minha escrivaninha e conhecem o meu nome verdadeiro que é KELLEN CRISTINE.
Juliana foi uma forma de homenagear alguém que não se fez presente nesse mundo físico, minha filha!
Então é isso aí! Entrem, sentem, leiam, comentem. Fiquem à vontade e não se espantem! Os baús, as gavetas e os armários permanecem abertos e meus sentimentos e pensamentos estão todos por aí, alguns voando nas asas das borboletas, outros bailando com as bailarinas, entre as flores no jardim, brincando de pega-pega, outros tristes e solitários pensando na vida, no amor, tentando sarar suas feridas, observando da janela a beleza da chuva caindo lá fora, esperando o sol voltar, e ver no horizonte, um lindo arco-íris se abrir.
Beijos Kellen Cristine
22/fev/2009
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Alquimia
Não entendo de rima
não entendo a métrica
e muito menos sei o que é poética
Escrevo o que vem a cabeça
o que vai à minh`alma
As belezas e tropeços da vida
E assim vou tentando
vivendo o belo e tropicando nos reveses
criando formas e cores
utilizando-me dos sabores e dissabores
misturando as palavras e minha vida
tal qual uma alquimia
e sem pretensões, dizer algum dia
que o que escrevo
poesia se chamaria.
(12/10/08)
Última atualização em 27/11/09 07:35