Sobre o autor
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Jp Santsil
Salvador/BA - Brasil, 29 anos
68 textos (2263 leituras) 5 áudios (428 audições) 1 e-livros (68 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/11/09 00:05)
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Perfil
Onde me manifesto... sou como o entardecer, onde o vento passa ao silêncio da morte e as árvores vibram ao ver passar. Se não me manifesto... nada serei, e assim, serei como o alvorecer, onde os pássaros cantam ao som da noite que se fez dia e do sol que se fez presente, desvirginando o horizonte de um mar inocente, tal qual um beijo ardente da terra numa semente, em que algo vem a germinar. Algo que habita e surge... sem dogmas e sem preceitos... algo dentro e fora do seio da mãe que ainda não veio. Há de haver belos mistérios...
Belos Mistérios!
Na vida que a sorte é a morte
Que nos ensina a ensinar
Que nos prende ao aprender
Que nos condena a entender
Que entendendo hei de ser algo para viver.
Se a vida hei de entender e entendendo hei de ser... serei somente o entendido que um dia irá morrer.
Como posso procurar?
Se na procura hei de achar a busca que nunca acabará...
O vento passa e não há de ser passageiro... não se sabe se vem ou vai... porque venta o mundo inteiro. As árvores são intactas e o vento que passa fazem balançar... as árvores não sabem porque balaçam... se intacta elas daçam, quando o vento vem tocar. O vento que também nada sabe, apenas quando passa... se bate com galhos, folhas e troncos de cada árvore.
Onde se encontra o significado, se o significante é o valor do valor de cada homem?
O chaveiro esta diante da porta, mas a porta não está ao chaveiro... porque a porta nada mais vale do que a chave do porteiro.
O porteiro é o escravo
O seu senhor o chaveiro
A porta é a prisão
A chave o prisioneiro
EU SOU A CHAVE QUE ABRE TODAS AS PORTAS!!!
EU SOU O ÚLTIMO DOS ÚLTIMOS
EU SOU O PRIMEIRO
EU SOU AQUELE QUE FUI
EU SOU AQUELE FOI
EU SOU AQUELE QUE VIM
EU SOU AQUELE QUE VEIO...
Última atualização em 08/11/09 00:05