Texto

4 - árvore sem folhas... 

A árvore sem folhas que todos os dias, a qualquer hora, posso ver da janela do meu quarto, sou eu a pensar em ti.!. "Salta-me a tampa"..., cai a palma, ergue-se o tronco, sem palmas... duma palmeira, sem abanar às carícias.!. do vento.
É a primeira foto desta história que me prometi ir contar-te aos poucos, ao calhas...

SENSUALIDADE/ NA VARA

Hoje eu quero a vã sensação da liberdade
o que tenho é o pau de sebo erguido público
No ventar que embala o sonhar das alegrias
na praça pública do espaço onde é a feira...
dos beijos tatuados em nuvem de veleidade
correndo as nuvens para o mar de te amar.!.
Umedecendo o ser embebedando as alegorias.

Quero tinteiro rubi bordando a felicidade,
de alegrias e sãs carícias entregues à natureza
No lume da vela o cintilar das pedrarias,
da beleza descendo com(o) verso:s e subindo!
Poesias e gêmulas reflexas de sensualidade
até penetrar nas nuvens, nu céu, imagi:n:ação
Versos que fremem o nu das indumentárias.

Quero incensar o ambiente de amor-perfeito
suar o perfume de tentar ultrapassar as nuvens
Com as mãos que acariciam as letras nas rimas,
chegando ao teu corpo com o meu desejo todo
Atritando dedos no sussurrar das vozes no leito...

Doar a vida um poema conjugado no verbo acalanto
erguido ao espanto de lábios tua/nossa Língua
De lençóis e ocasos, os brocados que tanto estimas,
aberta janela para o espanto das ondas do mar
Vertendo das entranhas lúbricas, a libido do canto...

"A Poetisa dos Ventos", "O Manuel das Iscas"
Deth Haak, Fran Cisco Kid
29/10/2006, 30/10/2006

Bênçãos poeta. Vem comigo!!! Venho-me contigo.!.
Beijos poéticos morrendo do prazer. “A Poetisa dos Ventos” e n_ossos do ofício :)

SENSUALIDADE

Hoje eu quero a vã sensação da liberdade
No ventar que embala o sonhar das alegrias
dos beijos tatuados em nuvem de veleidade
Umedecendo o ser embebedando as alegorias.

Quero tinteiro rubi bordando a felicidade,
No lume da vela o cintilar das pedrarias,
Poesias e gêmulas reflexas de sensualidade
Versos que fremem o nu das indumentárias.

Quero incensar o ambiente de amor-perfeito
Com as mãos que acariciam as letras nas rimas,
Atritando dedos no sussurrar das vozes no leito...

Doar a vida um poema conjugado no verbo acalanto
De lençóis e ocasos, os brocados que tanto estimas,
Vertendo das entranhas lúbricas, a libido do canto...

"A Poetisa dos Ventos"
Deth Haak
29/10/2006

NA VARA

o que tenho é o pau de sebo erguido público
na praça pública do espaço onde é a feira...
correndo as nuvens para o mar de te amar.!.

de alegrias e sãs carícias entregues à natureza
da beleza descendo com(o) verso:s e subindo!
até penetrar nas nuvens, nu céu, imagi:n:ação

suar o perfume de tentar ultrapassar as nuvens
chegando ao teu corpo com o meu desejo todo

erguido ao espanto de lábios tua/nossa Língua
aberta janela para o espanto das ondas do mar

"O Manuel das Iscas"
Fran Cisco Kid
30/10/2006 

{Hoje, para celebrar o sex-centésimo texto, resolvi incluir foto: está feito.!. Deixo o pau erguido! Sem dar bandeira?...
Vou pôr no Mural para ver se chamo a atenção, para a história banal 'se' abanar como as folhas dum palmeiral, para toda a gente poder ler...
Mas, para condizer com o título "narrativa erótica", deixo endereço para os "textos eróticos" onde espero todos sejam adultos... 
http://www.recantodasletras.com.br/eroticos/16945
Para não ficar curto, curto a pro_messa... dum dueto.!. ente_suado(!)
Conti_nua: - Acção!...
http://www.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=278543}

Francisco Coimbra
Publicado no Recanto das Letras em 30/10/2006
Código do texto: T277430
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Comentários
02/11/2006 12h34 - Ana Valéria Sessa
Francisco, tardo mas não falho, fim de ano é correria de trabalho pra mim. Bem merecida a foto que, aliás é muito linda ! o casamento de versos ficou perfeito, fez-se unidade num raro desenho de prazer e brinde a vida ! dose dupla de beijos para esses dois bon vivants! Valéria Valéria
01/11/2006 07h39 - Diana Goncalves
Aos poucos, não tão lento, abandonas o comboio e ficas só com seu eu poético a quem permitiste a total liberdade. É o que importa, deixar a alma falar e cantar livre da palavra coitadinha. Bjos.
31/10/2006 21h40 - Aldo Guerra
Olá, querido amigo! Desculpe a demora em vir por aqui, mas estou numa roda viva nas escolas que me pergunto por que não me aposentei ainda. Voltarei com calma para leitura mais atenta, como mereces. Abraços

Sobre o autor
Francisco Coimbra
Portugal
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