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Texto

| 18 - revelação 11/11/2006 14h38 - Francisco Coimbra Paro aqui a ler e comento que vou voltar para reler ou, levo-te comigo!... BPMP!! http://www.recantodasletras.com.br/poesias/283739 A carta, dentro do envelope, antes de arberta, é uma incógnita. Depois de aberta, o melhor que pode ser... é: uma revelação! Espero seja; para su_R_presa deixo, dois duetos: SENSUALIDADE/ CONSENSUAL Hoje eu quero a vã sensação da liberdade a garantia da verdade como a conheço No ventar que embala o sonhar das alegrias baloiça o corpo em pensamentos, vias... dos beijos tatuados em nuvem de veleidade têm a virtude dos desejos que mereço Umedecendo o ser embebedando as alegorias. Quero tinteiro rubi bordando a felicidade, para poder dizer quão grande apreço No lume da vela o cintilar das pedrarias, arde na luz da inspiração em iguarias Poesias e gêmulas reflexas de sensualidade articulando mãos e braços onde teço Versos que fremem o nu das indumentárias. Quero incensar o ambiente de amor-perfeito o corpo dos versos em mil carícias nuas Com as mãos que acariciam as letras nas rimas, a desenhar gravitação das minhas luas Atritando dedos no sussurrar das vozes no leito... Doar a vida um poema conjugado no verbo acalanto as mãos que te estendo no poema sentes De lençóis e ocasos, os brocados que tanto estimas, porque vivas dou-as ainda tuas, quentes... Vertendo das entranhas lúbricas, a libido do canto... Deth Haak / Francisco Coimbra 29/10/2006 / 11/11/2006 SENSUALIDADE Hoje eu quero a vã sensação da liberdade No ventar que embala o sonhar das alegrias dos beijos tatuados em nuvem de veleidade Umedecendo o ser embebedando as alegorias. Quero tinteiro rubi bordando a felicidade, No lume da vela o cintilar das pedrarias, Poesias e gêmulas reflexas de sensualidade Versos que fremem o nu das indumentárias. Quero incensar o ambiente de amor-perfeito Com as mãos que acariciam as letras nas rimas, Atritando dedos no sussurrar das vozes no leito... Doar a vida um poema conjugado no verbo acalanto De lençóis e ocasos, os brocados que tanto estimas, Vertendo das entranhas lúbricas, a libido do canto... "A Poetisa dos Ventos" Deth Haak 29/10/2006 Deth Haak Publicado no Recanto das Letras em 06/11/2006 Código do texto: T283739 CONSENSUAL a garantia da verdade como a conheço baloiça o corpo em pensamentos, vias... têm a virtude dos desejos que mereço para poder dizer quão grande apreço arde na luz da inspiração em iguarias articulando mãos e braços onde teço o corpo dos versos em mil carícias nuas a desenhar gravitação das minhas luas as mãos que te estendo no poema sentes porque vivas dou-as ainda tuas, quentes... Francisco Coimbra 11/11/2006 + Um terço rezado.../ Contigo ajoelhados Rezo hoje meu terço agradecendo ao irmão seguro tuas mãos na areia da praia larga Pela visita desta manhã, que tão abençoada, deixou minha imaginação subir e poisar Trouxe-me alegria, balsamo ao aflito coração, fico olhando teus olhos como espelhos... Assim eu oro, assim contrita, poeto abnegada! Obrigada meu Deus! Pelos poetas na madrugada há uma carinho a correr como um vento Que suas penas plasmem viveres de mais unção lento a sufragar o momento em carícias Que sejamos nós um coral cantante na passarada nesta volúpia dum corpo deitado ao Sol Que aloura cada dia em meu querer a nossa união... Encho de harmonia o cantar e louvo a paz sonhada o remo penetra na água impulsionando Minhas íris negras marejam de amor o horizonte o destino desta embarcação que é vida Que vejo a despontar na tarde que chega versada... Entre rimas tecidas, oro por ser um Vate neste monte! na alegria de descobrir palavras certas Acariciando as contas deste terço que manuseio, alada uno o barco o remo o rumo o desejar... A fé que prego, no pensar ser o poema a nossa ponte... "A Poetisa dos Ventos" Deth Haak/ Francisco Coimbra 12/ 11/ 2006/ 11/11/2006 Um terço rezado... Rezo hoje meu terço agradecendo ao irmão Pela visita desta manhã, que tão abençoada, Trouxe-me alegria, balsamo ao aflito coração, Assim eu oro, assim contrita, poeto abnegada! Obrigada meu Deus! Pelos poetas na madrugada Que suas penas plasmem viveres de mais unção Que sejamos nós um coral cantante na passarada Que aloura cada dia em meu querer a nossa união... Encho de harmonia o cantar e louvo a paz sonhada Minhas íris negras marejam de amor o horizonte Que vejo a despontar na tarde que chega versada... Entre rimas tecidas, oro por ser um Vate neste monte! Acariciando as contas deste terço que manuseio, alada A fé que prego, no pensar ser o poema a nossa ponte... "A Poetisa dos Ventos" Deth Haak 12/ 11/ 2006 Contigo ajoelhados seguro tuas mãos na areia da praia larga deixou minha imaginação subir e poisar fico olhando teus olhos como espelhos... há uma carinho a correr como um vento lento a sufragar o momento em carícias nesta volúpia dum corpo deitado ao Sol o remo penetra na água impulsionando o destino desta embarcação que é vida na alegria de descobrir palavras certas uno o barco o remo o rumo o desejar... Francisco Coimbra 13/11/2006 {Foto: "Só faltam duas peças" http://www.olhares.com/so_faltam_2_pecas/foto802302.html [os poemas dos duetos, com os autores, têm as peças todas!] Autora: Tatiana Tavares Branco http://www.olhares.com/utilizadores/detalhes.php?id=23409 «Considero-me uma caçadora de instantes» http://www.recantodasletras.com.br/mensagens/278543} |
| Francisco Coimbra |
| Publicado no Recanto das Letras em 13/11/2006 Código do texto: T290556 |
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Sobre o autor

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Francisco Coimbra
Portugal
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