Texto

Carta de um suicida

Estou tão cansado, recolhido no quarto estou a sofrer nas horas que não passam. O tempo a me torturar com as horas vagarosas.

Perdoar como perdoar... As feridas aumentam a dor não termina. Grito para o além, ninguém a me escutar.

Não sei, mas como viver morri em vida.
A mágoa se tornou minha saúde e minha alegria é a tristeza.

Choro por dentro, por dentro dói, o que dor!
O fim do túnel é aqui
O fim da vida é aqui
Aqui recolhido estou.

Minha alma já se foi, meu olhar não tem mais vida. Minhas feições acabaram!
Meus sonhos, onde estão?

Acabou.
Tudo acabou...

Fernando L. oliveira
O poeta que nunca amou
Publicado no Recanto das Letras em 14/05/2008
Código do texto: T989661
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Comentários
26/05/2008 10h20 - LúciaLms
Muitas vêzes nossos sofrimentos são tão intensos que parece que a Vida termina naquele instante para nós, não é mesmo? Mas lembremos do Sol, que nos dá uma lição de esperança e coragem, nascendo para nós a cda novo dia... Creia! O Tempo, a tudo soluciona e ameniza os sofrimentos, e a esperança volta a brilhar no coração... Carinhoso abraço, Lúcia.
14/05/2008 18h59 - crisrochafenix
lindo, adorei nobre colega. bjs. crisrochafenix

Sobre o autor
O poeta que nunca amou
Macapá/AP - Brasil, Escritor Amador
46 textos (2559 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/10/08 15:53)

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