É... o sabiá lhe faz lembrar do antigo amor. Magistral o seu falar, companheiro! Sinceramente, chego a invejar a sua escrita... quem dera ter uma igual. Se eu tivesse, juro que com um certo poder criativo que tenho, nem Chico Buarque me aguentava, eu mandava Drummond catar minhoca no asfalto. Mas é isso mesmo: tá ruim, mas tá bão. Eu só não tou gostando do Tio Sam da foto. O amigo pirou? Se tiver precisando, tenho um estoque de gadernal aqui em casa guardado. Envio pelo correio. Ah!, eu lhe mandei um e-mail. Abraços POETA.
POETA
Lindas trovas de muita sensibilidade, e graça,.Sao dois canros tristes ,o do coraçâo e do pásaro que canta a solidâo.
Prazer em conhecer ,um grande poeta conterraneo.
ParabenS/
MSOCORRO
Lindamente estruturado, bem cantado e apaixonado! Belíssima inspiração poética! Mas sinto pena do sabiá escravizado... (rsrs) Abraços. Tenha um ótimo final de semana!
É!!!! Gostei, poeta!!! Beijoo