18/06/2009 17h25 - josi
???
12/06/2009 10h21 - VITOR HUGO.
EU PRECISARIA FAZER ESTE TRABALHO PARA A ESCOLA,TEM COMO VOCE LIBERAR??
31/05/2009 19h12 - guilherme
véiooo o teatro ocidental é muito bom
seu site ta de parabens
sorte pra vc msm
vlws
21/07/2007 22h30 - Fiore
Pois é... Conheci dois casos: um era Botelho Pinto e o outro seria Pinto Bicudo. Neste, o bom senso prevaleceu. Negou o sobrenome à esposa.
16/03/2007 16h31 - paulo adriano
sinceramente nomes como esses deixa qualquer um com vergonha, pessoas tem coragem de registrar o seu filho com nomes orriveis e o pior o cartorio faz....
Interessantíssimo texto, revelando pensamentos extravagantes de certos indivíduos. Belo trabalho, fruto de pesquisa própria de pessoa esclarecida. Foi uma honra receber o seu comentário. Um forte abraço!
Ricardo! Realmente na arte de inventar/criar nomes para os filhos, o povo brasileiro deve ser único. Penso que muitos perderam o sentido do ridículo (talvez esta frase esteja incorreta, pois a palavra "perderam" não faz sentido em alguém que nunca teve...). Rio-me com o comentário da Kathleen, abaixo, por não perceber a cacofonia do nome Adolfo Dias... Aliás, vou-lhe confidenciar algo: Esse nome é um dos que assino meus trabalhos poéticos (sim também escrevo com heterónimos... rsss) Um abraço lusooo!
KKKKKKKKKKKKK Ricardo, obrigada pelas dicas. Minha filha está gravida. Quem sabe? rsssssssssss
Sei que parece mentira, mas na minha infância, conheci um bebê que se chamava SACUDINO! Sorte a nossa, que exitem pai e mãe e... PAI e MÃE! Um beijo.