19/07/2006 09h40 - Cristiane S. L. Moraes
Bom Dia Doutor, tudo bem. Gostei muito do poema, do contraditório, o bom é que o Sr. consegue fugir para escrever seus poemas, e nós, pobres mortais, estamos presos a tudo isso, mas, todos estes sentimentos fazem partes para contestar, amar, odiar, enfim, todos os sentimentos de uma pessoa viva em todos os sentidos. Semente quando a pessoa já viveu muito e experimentou de tudo ou quase tudo, é que se pode a dar-se ao luxo de fugir, pois, já alcançou todos os seus sonhos, apesar que, não acredito que o Sr. queira fugir de tudo, principalmente quando escreve suas crônicas e acima de tudo, todos precisam sonhar. Um abraço. Cristiane.
18/07/2006 10h55 - regina mas
Olá Prisco,
Interessante seu poema...e me fez pensar que sua fuga de tudo o que mencionou talvez seja inútil pois tudo isso se encontra dentro de nós mesmos. Somos anjos e demônios, somos luz e escuridão, nossos melhores amigos e piores inimigos se encontram dentro de nós. Somos seres contraditórios e preferível é encarar nosso interior, com todas as contradições e tentar lidar com elas da melhor forma.
Não pode fugir de si mesmo - ninguém pode -
então o mais sábio é tentar lidar com essa teia complicada que é o mais íntimo do nosso íntimo.
Desculpe um comentário tão extenso, mas não dava para ser mais sucinto.
bjs da gina
Romeu.. adorável sua poesia, seu lirismo é inteligente, bonito e contestador como você..
"Só não consigo fugir de mim mesmo
De quem sou eterno prisioneiro !"..
beijos meus..rosa