12/11/2009 12h04 - wilza
eu esperava que o comentarista tivesse abordado sobre o amor fati que é a aceitação dos fatos.Tema abordado no filme de forma implícita.
12/11/2009 10h06 - wilza
a resenha do comentador leandro é muito superficial, o filme vai muito além do senso comum.
21/07/2009 19h10 - ediane
'Quando Nietzsche Chorou',é um dos melhores livros que já li ,ou melhor,descobri e o mais"assustador",
15/04/2009 20h00 - gilberto
muito boa resenha.vi um pouco do filme e ja quero ler o livro.
07/04/2009 18h26 - Wilian
Este livro é brilhante!!! Já acabeu de ler... recomendadíssemo!!!
Leandro, você foi muito feliz em sua resenha do livro de Yalom. Focou a questão principal, que o autor tocou com maestria: o sofrimento existencial de todos nós, humanos, ante nosso vazio imponderável e angustiante. Os personagens não poderiam ser melhores escolhidos para desenvolver essa trama: Nietzsche, Breuer e Freud, com um doce tempero das musas, Anna O. e Lou Salomé. É claro que como bom ficcionista, ele se baseou em personagens reais e em histórias de suas vidas para criar sua fantasia literária. Acho que ele apostou bem nos diálogos, especialmente, entre Breuer e Nietzche, coisa que realmente nunca houve. Também gostei muito desse livro e recomendo outro dele, muito bom: Mentiras no Divã. Um abraço
11/01/2009 02h53 - eremita compositor
Estive lendo e vendo o video no youtube "freud alem da alma e li sobre o que voce escreveu. A pergunta é:
¨se a teoria é de freud ou de Nietzsche, como jesus descobriu tudo isso, ja que fazia curas !!! ou seja , jesus nao curou ninguém, já que catalepsia nao é morte, paralisia eram histeria .complicado.Quem copiou quem. afinal a teoria seria de jesus cristo entao?. bom fim de semana, que aliaz , seria o primeiro dia da semana já que é domingo rs.
Leandro, adorei tua resenha por um motivo muito simples: simplicidade ne descrição, localizando o leitor no tema e nas técnicas identificadas no livro. Quem ler tua resenha sem ter conhecido nada sobre a obra vai sentir essa vontade, essa vontade simples de procurar. Ai, meu deus, essa vontade que impulsiona o tal do humano. Leandro, retorno aqui pra ler o que tu escreve, que a vidinha é corrida. Saúde e Sucesso pra ti e pra tua Família em 2009, Escriba!!
22/09/2008 12h26 - Andre
O que mais gostei dessa leitura foram os dialogos inteligentes e agradáveis (do ponto de vista cultural) feitos por Breuer e Nietzsche?
03/08/2008 16h57 - Angelo
Incrível, fiquei fascinado com o livro, comecei ontem por acaso, e não parei de ler até agora.
Além de ser uma leitura importante e informativa é extremamente agradável.
27/07/2008 02h34 - Marilene Lima
Simplesmente fiquei maravilhada com o livro, ele é realmente fascinante. Cada capitulo que está terminando, nos convida pra continuar o próximo!!
30/06/2008 00h36 - Osmir José
Ainda estou lendo, mas é muito bom!Rs!
28/04/2008 11h01 - janaina
Depois de devara-lo hj de madrugada..Acordei embasbacada...vou repetir a dose...
16/04/2008 13h29 - Roberta Alves
É uma das coisas mais interessantes que já li, pois trata do íntimo humano de uma meneira natural e intensa ao mesmo tempo. Nos faz lembrar de situções e refeltir sobre sentimentos que talvez nunca seriam descobertos sem algo que os explicitasse de tal forma. Eis a razão pela qual voltarei a ler a fascinante obra!
25/11/2007 14h11 - Márcio Sena Bonini
Creio que uma das coisas mais interessantes do livro, é que podemos classificá-lo na "série diálogos possíveis", qualquer um já tenha lido as obras de Nietzsche, consegue imaginá-lo como aquele sujeito que discursa de forma cética com O Dr Breuer. Irvin conseguiu criar uma história possível.
30/10/2007 19h06 - rodrigo
Depois de ler seu comentario me interessei pelo livro. Mas poxa, você diz que seria mais interessante ler sem saber se eles se encontraram ou não mas conta que na verdade eles realmente não se encontraram.
09/10/2007 19h49 - Lucas Machado
Perfeito! Adorei a trama do livro achei muito bom e me ocorreu a mesma coisa q o leandro diniz. respondendo a pergunta do colega ai de cima, a hipnose ocorreu logo no outro dia apos breuer ter conversado com nietzsche no cemiterio!
04/05/2007 05h45 - Alexandre
Resposta ao Matheus: no capítulo 21, páginas 339 até 361.
Sobre o Livro: Excelente, maravilhoso, não foi só o Nitzsche que chorou! Quando acabei de ler também não segurei minha onda, de saudade e admiração. Recomedo a todos...
Grandes Abraços!
06/12/2005 14h51 - matheus
alguém poderia me dizer em que momento breuer entra em estado hipnótico até acordar e perceber que estava com freud???
30/11/2005 17h06 - flávia paixao
oi,sou estudante de psicologia (quinto período) e adorei ter lido esta obra. farei um trabalho sobre os temas existenciais contidos na fala de Nietzshe. Fiquei fascinada como Yalom propõe o encontro dos dois. Também concordo com o autor do artigo acima, realmente não dá para ficar sem ler o livro de uma só vez, ele prende a gente.