Por aqui para hoje, diante desta imagem forte e vigorosa. belo poema da alma exposta.
Poema intenso e ritmado.
Gostei de ler-te.
Parabéns!
Cara Concha, deixas-me no meio e meio... Lembras o Drummond de Andrase e o seu «No meio do caminho tinha uma pedra / tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra / no meio do caminho tinha uma pedra»? A ecoar o início da 'Divina Commedia'... No meio... "In medio uirtus"? Não no meio confusão e convocação à morte... ou à vida: Nós temos a palavra, apesar de tudo!
18/05/2008 06h26 - Isabel
Duas línguas, com efeito. Nenhuma de seu. E nenhuma inteiramente nossa. Nossas, sim, a frustração e a insatisfação. Belo poema.
17/05/2008 11h18 - artur alonso
estou já cá,
muito lindo, já conhecia este poema... e sempre gostei.
artur da galiza.