Texto

                       Querendo Rola

           O sol é um bom convite, minha xana a espera da melhor rola. Um homem gostoso, forte e pica dura, caliente a me penetrar. 
            Eu anciosa estou, quereno o melhor fim de tarde e o macho mais viril que eu tenha conhecido. De repente ante um olhar e outro vejo uma xana peladinha, gostosa  boa de tocar. Não resisti a distância. Aproximei com um sorriso no rosto, mas como Carla também estava a procura de um cacete gostoso, nos identificamos mutuamente. Entre toques sutis nos beijamos, minhas mãos escorregaram por seu corpo, sua vulva quente fez deliciar as pontas de meus dedos, que a penetraram com sofreguidão. Nossas línguas foram ardentes e quando elas estavam a extorquir o melhor de nossos beijos, sinto uma rola a roçar-me carinhosamente. Não me preocupei em saber quem era, mas sim escancarar minha xana que buscava prazer de forma louca. 
        Um cacete grande e grosso a fustigar minha xana quente, enquanto meus seios eram mergulhados por mãos a massegeá-los. Minha nova amiga não dava conta de nada, pois seus delírios com meus dedos e beijos eram alucinantes. 
       Meu cuzinho estava a arrebitar ainda mais, minha xana doava o gozo dos deuses e minha língua sugava o gozo vertente de Carol que gemia escandalosamente de prazer. Meu rebolar naquela pica era uma festa de arromba e quando aquela rola mergulhou para dentro de meu cuzinho, um misto de prazer e uma leve dorzinha fez um combinado dos deuses. Urrei como uma cadela no cio, rebolei como a melhor dançarinha e com o toque sutil de meus dedos em minha bucetinha molhada, nada mais vi que uma xana enterrada em minha boca e um gozo total e absoluto em minhas entranhas. 
              Gozei como nunca havia gozado e meu cuzinho saltitava de puro prazer, pois nenhuma preguinha ficou a ser deflorada e aquele cacete me proporcionou a transa dos deuses. Saciada de xana e buraquinho, deslizei aquela pica para dentro da xana de minha nova amiga, enquanto seus seios eram devorados por mim , como sugando o melhor nectar do gozo. 
         Urros era tudo que se ouvia, minha língua a sugar agora dois burraquinhos quentinhos, pois tinha eu a visão de todo o paraiso e a necessidade de foder com língua e dedos meus dois novos amigos. 
       Estranhos nós éramos, amigos nos tornamos e quando não mais tinhamos forças para gozar, demos uma grande golfada de porra para brindar o melhor gozo da tarde. 
         Hummmmmmmmm! Maravilha maior não há! Uauuuu!
         
PROFA
Publicado no Recanto das Letras em 02/07/2008
Código do texto: T1061889

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Comentários
02/07/2008 18h34 - Zé Albano
Parabéns por esta cavalgada...! Penso que é essa a designação que tem no Brasil. Se não for elucida-me por favor. Beijocas.

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