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SOVAR A MASSA DE PÃO... (g)

Sovar a massa de pão...
                                                  By Rutilla Mountfort.


Fazia pouco que morava naquele bairro novo quando me surgiu um rapaz moreno a vender toalhas de secar louça bordadas, o rapaz bem mais velho que eu e muito efeminado, numa tarde que minha mãe e minhas irmãs haviam saído, e eu estava só com algumas tarefas a fazer...
Atendi o vendedor, apenas de calção, vi que ele me olhou como a me devorar mesmo com meus quilinhos a mais. Fui muito atencioso enquanto ele falava sobre como era feito os bordados e como sua mãe o obrigava a vender, tinha uma cota para retornar, e não demorou muito para me pedir água, o sol estava escaldante.
Trouxe-lhe um copo com água e quis mais, assim eu abri o portão de ferro e convidei-o a entrar, para que se quisesse repetir não ficaria naquela caminhada de ir à cozinha e retornar, ao entrarmos a conversa foi esticando, pois percebeu que eu estava fazendo pão, sempre fui o sovador de pão de minha casa.
___Meu irmão diz que sirvo para isso por que sou punheteiro...
Ele não riu e sim ficou ruborizado. Mas olhou para meu baixo ventre com os olhos negros e brilhantes. Sentei-me na poltrona à sua frente, não me apercebi que ao sentar meu bilauzinho acabaria procurando sair pela fresta já que estava com ele solto sob o calção curto.
Ele olhou e disse:
___ Você está me provocando... Você pensa que eu não vou pegar ele e botar todinho na boca?
___Como?
___Assim oh. – E ficou de joelhos e botou meu pequeno amigo na boca me dando um pequeno susto com sua atitude e ao mesmo tempo o medo foi me dando mais tesão.
E eu fui sentindo ele crescer na boca do rapaz que tinha jeito, muito jeito.
Levantou minhas pernas sobre seus ombros e me chupava pela fresta já escancarada que me deixava todo à mostra e meu saco recém reflorestado de pelos finos e cheirosos.
Sua língua procurou meu ânus que beliscou ao sentir a umidade e a aspereza. Sua calça baixou e vi um enorme pênis que era sem dúvida grande, muito, aquilo me apavorou, ele massageando minhas nádegas como quem sova pão, me chupava com força me fazendo contorcer, enfiava sua língua em meu orifício me lambuzando todo e eu rebolava ante sua força em me suspender no ar, já que eu estava agora apenas com as mãos na poltrona e o resto do meu corpo nas suas mãos, grandes mãos.
Aos poucos ele me desceu sobre seu falo, senti a pressão em mim, ele me abaixava e subia, me mexia sobre seu enorme membro suportando meu peso com seus braços finos, mas vigorosos. O meu membro estourava de prazer. A sua língua lambia meus mamilos que doíam de maneira estranha era a primeira vez que aquilo me acontecia, primeira vez que via algo tão imenso como aquela vara.
Eu estava com medo e com vontade, não sabia o que queria, mas queria e muito.
Quando me dei por mim eu abraçava-o, sentado nele e sentia aos poucos sua carne me invadir, ele dizia coisas sobre eu ser a criatura mais apertada que já o suportou, que jamais me deixaria, me suspendia e me abaixava, com a maior calma, sem pressa e eu gozava com toda a minhas forças.
Mordeu meu pescoço e disse:
___Agora eu vou jorrar em você, ta bom?
Eu quase não conseguia falar e gemi para ele, ele suspendeu-me pela última vez e num gesto brusco me socou para baixou, me senti rasgar, ele mordiscou minha orelha e beijou minha boca, eu ali sufocado de prazer me vi engasgar e ele gemeu forte, pois eu ejaculava e meu esperma soltou-se pelo corpo dele e pelo meu. Meu ânus apertava e ele me enchia de seu líquido quente, eu apertava e ele gemia e implorava para parar de apertar que ia castrá-lo de tão forte eram as contrações...
Surpreendentemente ele me levantou de onde estávamos no chão apoiando-se apenas em suas pernas, e eu fiquei agarrado a ele com ele em mim.
Estava agora com medo de que ele ao sair me deixasse machucado, chorei baixinho e ele disse, vou fazer como sovar ao pão, me pôs sobre a mesa e massageando minha bunda e que ao relaxar deixava com que ele conseguisse ir retirando devagarinho, mas eu contraia e ele estava ficando excitado de novo, senti-o endurecer mais ainda em mim.
___Estou com vontade de estocá-lo mais uma vez, posso?
___Não... Não... Sim... – E ele voltou para dentro de mim rápido e quase me levou ao desmaio e agora mexia mais e mais...
E eu ejaculava de novo, ele tirava quase todo e voltava a me abater e mais e mais...
E ele, de repente já estava fora de mim e me lambia o corpo e colocava todo meu membro em sua boca e sugava e masturbava-se insanamente.
Tomei banho na frente dele, me fez lavar na duchinha do chuveiro seu pênis, que mesmo mole dava quase três do tamanho do meu, tentei chupá-lo mas aquilo não cabia em minha boca, ele se masturbou me chupando de novo e colocando seu polegar dentro de meu orifício e mexendo lá dentro que me fez jorrar dentro de sua boca, pois vi um pouco escapar pelo canto de seus grossos lábios.
Me fez promessas que voltaria para vender mais umas toalhas qualquer hora no meu bairro apreceria para me sovar e para sovar minha... Massa de pão.
Pois além de sovar minha bunda jovem e branca ele deixou sovada a massa de pão que cresceu e cresceu e cresceu...
Até transbordar!

Poet Ha Abilio Machado
Publicado no Recanto das Letras em 03/07/2008
Código do texto: T1062538

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Sobre o autor
Poet Ha Abilio Machado
Campo Largo/PR - Brasil, 42 anos, Escritor Semi-profissional
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