UMA VIZINHA CAPETINHA
Ageitei o vestido e dei uma ultima olhada no espelho do elevador.
Minhas maos estavam frias, os pensamentos uma ciranda de de-
jos sacanas.
Me senti como uma principiante, mas so nos tornamos bons joga-
dores se vencemos os medos e aprendemos a blefar.
Sai do elevador e caminhei ate o apartamento dele, toquei a cam-
painha.
Apos uma espera interminavel ele me atendeu, com um sorriso ner-
voso expressou palavras desconexas aos seus reais instintos.
Sorri e o empurrei fechando a porta, estavamos sozinhos em seu
apartamento.
Numa fraçao de segundos meus desejos de mulher tomaram forma
e o beijei deixando minhas maos percorrem seu corpo masculo.
Lapso de sanidade o continham, mas habilmente me deslizei ate
ficar de joelhos e abrir o ziper do seu jeans.
Seu corpo vibrava na ansia em me possuir e se nosso caso fosse
algo devasto ja nao fazia mais sentido.
Minhas maos deliciosamente punhetou seu mastro enquanto eu o
lambia.
Ja nao contendo minha sede de leitinho abocanhei seu grosso ca-
cete chupando freneticamente.
Seu instinto de macho aflorou, ele me pegou pelos cabelos e me
deitou sobre a mesa de marmore deslizando sua boca quente pe-
las curvas do meu corpo.
Gemi baixinho guiando sua cabeça ate minha fenda umida, sua bo-
ca gostosa lambeu meus labios.
A deliciosa sensaçao me deixou toda molhadinha e ele continuou
saboreando minha seiva de femea no cio.
Nossos corpos estavam em labaredas num tesao elouquecedor, sem
pudor algum pedi me sacie, abrande este meu fogo.
Ele veio e me beijou, arfando e balbuciando obscenidades abriu mi-
nhas pernas e meteu seu delicioso mastro na minha bocetinha fa-
minta.
Estocou forte e rapido me levando ao extase, me deixando ofegan-
te e extasiada.
Gemendo alucinado ele me possuia deliciosamente, metendo
rapido e forte seu delicioso cacete ate que seu leitinho esporrou
na minha fenda gulosa.
Estavamos suados, tremulos, ageitamos nossas roupas e neste ins-
tante ele me disse e melhor voce ir a Cintia nao demora a chegar.
Moravamos no mesmo predio mas em andares diferentes, porem,
compartilhavamos dos mesmos instintos devassos e avassaladores.
Foi neste momento que ouvi o barulho de chaves na porta, ele me
olhou assustado dizendo sua capetinha se esconda, por favor.
So me deu tempo de entrar no closet que ficava no corredor e a
porta se abriu.
Ainda a ouvi dizer Marcel, voce esta com uma cara pessima, no
closet contive a risada...................
CAMOMILLA HASSAN
CAMOMILLA HASSAN
Publicado no Recanto das Letras em 03/07/2008
Código do texto: T1063462
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