A PATROA E A EMPREGADA !
Fazia tempo que Paulo não conseguia uma folga para visitar Laís sua amada amante, mas aquela sexta ele decidiu iria de qualquer forma.
Depois de uma curta viajem ele chegou até a rodoviária, pegou um taxi e se mandou para o apartamento de sua amada, mesmo ela sabendo que ele chegaria, pois ele tinha avisado para não ter imprevistos, pois a pior coisa que pode acontecer é a pessoa querer fazer uma surpresa e acabar surpreendida, mas como ele tinha a chave resolveu não ligar quando chegou da rodoviária.
Quando ele abriu a porta de seu apartamento ela ficou muito feliz e surpresa, depois de um longo beijo onde só faltou um engolir ao outro, ele não quis saber de nada, começou a tirar-lhe a roupa enquanto beijava mais e mais, ia mordendo o lóbulo da orelha, enfiando sua língua dentro da orelha dela, lambendo seu pescoço, mordendo sua nuca, lhe apertando os seios de mamilos duros de tanto tesão recolhido, ele por sua vez já estava com a vara dura de tanto tesão, latejando, doendo-lhe de tanto tesão, logo estavam sem roupa nenhuma, ele lambia-lhe as virilhas, as costas, a barriga em volto do umbigo, seus seios, as nadegas, até colocar sua língua inteira botão a dentro, fazendo ela gemer alto de prazer, alternava sugando e lambendo seu botão e sua buceta encharcada de tesão, chegava a pingar de tão lubrificada que estava, ofereceu-lhe seu mastro para ela chupar, o que ela fez maravilhosamente, alternando entre engoli-lo totalmente e passar a língua em sua base, as vezes lambia-lhe o saco, beijava, sugava, o que o deixava cada vez mais louco de tesão, sem mais agüentar ele levanta e coloca-a de quatro sobre o pufe deixando seu botão a mercê de sua vara latejante, ele coloca vagarasomente e vai curtindo cada centímetro que vai entrando naquele botão lubrificado por sua saliva, seu cacete desliza botão a dentro ela com a cabeça abafada por almofadas é só gemidos, o que deixa ele mais louco de tesão, ele sente seus pentelhos encostarem nas nadegas de sua amada, e começa um vai vem ritmado, na cadencia da respiração dela, com uma das mãos vai massageando seu clitóris de grelinho durinho de tanto tesão, ficam nesse vai vem por vários minutos até que ela anuncia que vai gozar, então ele retira o membro de dentro daquele botãozinho e fazem um sessenta e nove maravilhoso, sua língua trabalhando aquele grelinho, as vezes enfiando toda ela dentro daquela boceta melada, já sentindo o orgasmo dela inundando sua boca, então não agüentando mais, seu pau já explodindo ele retira dos lábios da amada e faz jorrar sobre seu corpo e rosto todo seu esperma que ela faz questão de espalhar por seu corpo, dizendo que aquele era o tratamento de beleza que ela estava precisando.
Ficaram por momentos, abraçados, trocando juras de amor, e beijinhos, os olhos do casal brilhavam, tomaram um banho juntos, onde aproveitaram para suas bocas explorarem mais um pouco de seus corpos a tanto sedentos de caricias.
Aquela noite transaram mais umas duas vezes antes de adormecerem, não com a mesma volúpia de antes, mas de forma mais calma, aproveitando cada momento de prazer compartilhado.
Era cedo quando ele acordou sentindo uma sensação gostosa, era Laís lambendo seu mastro já duro como rocha, ele fingiu continuar dormindo enquanto ela deliciava – se com seu pau, chupando tal e qual fosse um delicioso picolé, ainda de olhos cerrados ele pediu carinhosamente para ela cavalgar sua pica, ela foi sentando lentamente naquela lança flamejante, ele tinha um prazer especial em ver a deliciosa boceta de Laís engolir seu cajado, devagar, sentindo centímetro por centímetro sumir entre as pernas da parceira até sentir os pelos dela encostarem nos seus, com todo ele dentro de si ela começa a rebolar lentamente para logo após subir e descer daquele mastro ora rapidamente ora lentamente sempre rebolando muito quando chegava ao final.
Não demorou muito para ele gozar inundando ela com seu néctar, ela ao sentir aquele jorro batendo no útero também não agüenta e derrama todo seu mel em um orgasmo demorado, caindo em seguida como desfalecida em cima do peito de seu amante, deixando aquele caralho descansar dentro de sua boceta até ele murchar e sair espontaneamente de dentro dela, adormeceram logo em seguida.
Acordou mais tarde, não a encontrou na cama, olhou as horas já eram quase nove da manhã, ficou mais um tempo deitado, ela entrou no quarto e disse que precisava dar uma saída, que talvez demorasse um pouco, perguntou se ele iria poder esperar ela voltar, ele respondeu que não sabia, iria depender do horário que ela voltaria, ela se despediu dele com um longo beijo, que qualquer coisa que ele precisasse pedisse à empregada que ela providenciaria, ele perguntou espantado que empregada, disse que iria embora em seguida então, não queria atrapalhar o serviço dela, Laís disse que ele não atrapalharia que ela já tinha deixado dito que ela fizesse o serviço sem se preocupar com a presença dele e que se precisasse de alguma coisa ele a chamaria e pediria.
Esperou ela sair e não poder conter em esboçar um sorriso, pensou consigo mesmo como tinha sorte sairia à patroa entraria a empregada, tão ou mais safada que a patroa, não podia conter aquele ar de contentamento que se apossava dele, não demorou quinze minutos e ele viu a maçaneta da porta se mover, fingiu dormir, um vulto entrava silenciosamente no quarto, pé ante pé, ele fingia dormir, ela então puxou vagarosamente as cobertas não querendo acorda – lo, ele estava deitado nu e quando ela viu aquele mastro em pé preparado para a batalha não pode conter um suspiro e um sorriso, começou a passar a língua entorno daquele caralho para logo abocanhá-lo todo engolindo de uma só vez, e começou um vai vem delicioso, ora engolindo ora só passando a língua em volta ora engolindo só o cabeção vermelho de sua pica pulsante, a esta hora já não mais fingia dormir, acariciava lhe os cabelos, os seios, explorava a boceta molhada e o botão latejante com suas mãos hábeis, gemiam ambos, ele ante as investidas dos lábios dela em seu caralho e ela a cada investida de seus dedos á explorarem seu corpo e seus orifícios, assim minha gostosa murmurava ele á comandar a chupeta da amante, isso passa a língua, agora engole, passa a língua nas minhas bolas ia orientando ele que obedecia os desejos daquele macho que ela a muito esperava, quanta saudades sentia de ser possuída por aquele que ela nunca esquecera desde a primeira vez que transaram, duas semanas após ela começar a fazer alguns servicinhos para Laís.
Ele puxou o corpo dela sobre o seu e começou a lamber aquela boceta melada e sedenta por carinhos, começou a meter a sua língua quente áspera e atrevida boceta adentro revezando com aquele cuzinho apertado que ela já tinha prometido para ele, mas ela não tinha liberado ainda por medo, sempre prometendo a ele que na próxima vez iria superar seus medos e iria entregar aquele presente a ele, nem quando ele falou para ela que a patroa não era tão cheia de frescuras que ele já tinha deflorado o botão da patroa ela cedeu, mesmo ficando apreensiva em ele não querer mais ela e preferir ficar só com a patroa, o medo foi sempre maior e vencia a parada.
Já não agüentando mais ele pede para ela sentar no seu cacete daquela forma que só ela sabia, e ela começou a sentar de frente para ele bem devagar ele apreciando em ver seu cacete desaparecer lentamente dentro daquela boceta encharcada de tanto tesão, ele sente seus pentelhos encostarem no dela, delicia todinho dentro ele sussurra no ouvido dela, aproveitando para trocarem um longo e demorado beijo, pela primeira vez olham diretamente olho no olho, aqueles lindos olhos verdes, aqueles cabelos negros, aquele narizinho empinado, lábios carnudos, língua atrevida entrelaçada na sua, uma delicia de mulher no auge de seus trinta e dois anos, rosto de menina tímida num corpo de mulher madura, experiente o suficiente para saber o prazer que deseja e o quanto e como tirar e dar prazer no parceiro.
Ficam naquele beijo por vários minutos com o cacete cravado em sua boceta sem se mexer, só curtindo o pulsar, o prazer de estar encaixados, como se fossem um só naquele momento, ela começa a mexer suavemente para frente e para trás, para cima e para baixo, curtindo cada centímetro de pica que preenche sua boceta ávida de sexo, vão aumentando o ritmo lentamente, cada vez mais rápido, suas respirações e gemidos aumentar conforme o ritmo que vão imprimindo aquele vai vem delicioso, de repente ele retira o cacete de dentro dela e coloca-a de quatro enfiando de uma só vez sua vara em sua boceta, segurando em sua cintura enfia furiosamente sua vara boceta adentro fazendo-a gemer alto, sentindo aquele membro duro tal e qual uma rocha a cutucar lhe o útero, ele estocava sem dó nem piedade, enfiava lhe a vara boceta a dentro cada vez num ritmo mais forte, e ela gemia, gritava, mais pedia mais e mais dizendo isso meu gostoso, assim fode minha boceta, come a boceta da tua cachorra meu garanhão, meu pauzudo gostoso.
Começava a ficar louca de prazer enquanto ele estocava lhe cada vez mais forte uma mão ia massageando seu grelinho fazendo a ir às nuvens, ir ao céu e ao inferno ao mesmo tempo, parou de massagear seu grelo e começou a enfiar o dedo em seu cuzinho virgem bem vagarosamente , primeiro um depois dois dedos, depois só o polegar em movimentos giratórios no intento de ele ir se acostumando, depois tirou de surpresa a vara de sua boceta enfiando todo de uma só vez naquele botãozinho virgem fazendo ela soltar um urro, xingou ele de todos os palavrões que conhecia e alguns que ela inventou naquela hora de dor, ela tentava desvencilhar seu buraquinho daquela vara que lhe rasgava mas ele por seu turno segurava lhe vigorosamente mantendo todo seu cacete dentro daquele buraco apertado, ele tentava acalma la dizendo que logo ela acostumava com aquele caralho enfiado em seu cuzinho, que estava uma delicia, que era muito gostoso aquele botão, que era infinitamente melhor que o da patroa dela, o corpo dela tremia lagrimas escorriam por sua face, mas aos poucos seu anus foi acostumando se aquele feixe de carnes dentro dele, começava a sentir um prazer enorme, um tesão nunca antes sentido por ela, ele continuava a incentivar falando lhe ao ouvidos o quanto estava gostoso aquele cuzinho virgem e como ela já não oferecia mais tanta resistência uma das mãos começava a massagear o seu grelinho e adentrar lhe boceta a dentro que continuava encharcada de tanto tesão que chegava a pingar, quando ele sentiu que ela estava mais relaxada, acostumada já a ter aquele cacete dentro de seu anus apertadinho, começou um vai vem, bem lentamente, enquanto sua mão continuava a explorar lhe a boceta, foi aos poucos intensificando seus movimentos, logo ela mesma jogava suas nádegas ao encontro daquela vara, fazendo sentir suas bolas baterem nas nádegas da amada.
Não demorou muito para ele anunciar que iria encher aquele cuzinho com seu sêmen, ela pedia para ele encher seu buraquinho com seu néctar, o que ele fez em seguida em grandes doses, fazendo escorrer por entre suas pernas, ele retirou o cacete de dentro dela e deitou – a chupando gostosamente seu grelo e boceta até ela explodir em gozo caindo ambos exaustos. Ele ainda beijando-lhe os lábios, agradecido por tamanha gozada, o êxtase que ambos tinham alcançado naquela manhã.
Descansaram por alguns minutos depois tomaram um banho juntos fazendo loucuras embaixo do chuveiro, onde gozaram mais uma vez.
Após isso ele pegou o caminho da rodoviária novamente, ligou para Laís informando que infelizmente não poderia esperar ela retornar, que precisava retornar a capital, prometeu que voltava o mais breve possível para repetir a dose daquela louca noite de amor, ouviu o contentamento dela pela possibilidade de repetirem tudo novamente brevemente, despediu se com juras de amor eterno e beijos apaixonados ao telefone.
Ao seu lado Gina a empregada com uma maleta simples de couro com todas as jóias, cartões com senha e dinheiro que Laís tinha em casa, logo chegariam a capital e depois disso uma cidadezinha no interior do Paraná onde ficariam um tempo planejando o próximo golpe e aproveitariam estas férias para transar muito, repetir as loucuras que tinham feito na casa de Laís, a patroa enganada.
Laís estranhou o sumiço de Paulo, mais ainda de Gina, diarista dedicada que já passava uma semana e não tinha ligado nem a procurado para receber os valores da ultima faxina. Quando precisou pegar dinheiro para pagar algumas contas é que notou o sumiço do dinheiro, depois das jóias e em seguida uma ligação do banco avisando-lhe do atraso do pagamento da parcela do financiamento que ela tinha efetuado.
Paulo enquanto tomava café com Gina em um luxuoso motel a beira da BR 101 lia no jornal a noticia da morte por suicídio de Laís, ele leu para ela a noticia que tinha sido encontrada morta a empresaria Laís de tal em seu apartamento por overdose de tranqüilizantes, acabando de ler a noticia ele ainda comenta com Gina, eu sempre avisei a ela que aqueles remédios ainda iriam acabar matando – a, Gina deu de ombros e continuo a saborear seu café da manhã e a fazer planos para o futuro do casal.
Kadu Granada
Publicado no Recanto das Letras em 03/11/2009
Código do texto: T1903169
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