A tara da professorinha
Como ele havia determinado ela tirou toda a roupa menos os pesados óculos que emprestavam um ar maduro ao seu rosto angelical. Eram quadrados, com aros pesados e pretos. As hastes começavam largas e afinavam e, se olhasse somente para o rosto, poderia ter a honestidade de uma professora. Mas estava nua. Nua e de quatro, apenas de óculos olhando para o pau grosso e grande pulsando a centímetros.
Também como ele havia mandado, colocou um grande espelho atrás onde ele podia ver toda a generosidade de suas carnes. As coxas grossas e brancas terminado num triangulo preto de pelos densos que não conseguiam esconder a racha rosa, grande e salientes, da boceta inchada. Logo acima, um cu roxo e totalmente depilado, como ele queria, piscando as pregas para o espelho.
Sentiu o pau duro e grande com uma cabeça roxa ameaçadoramente larga batendo na nas faces ao mesmo tempo que ele dizia: isso minha professora de putaria, ensina teu aluninho a ter prazer. Batia com pau forte que lhe ardia o rosto e ela abria a boca na tentativa de parar a surra de pica. Sentiu falta de ar quando ele socou quase que toda a pica na boca sem aviso. Para piorar, os dedos indicador e polegar apertaram suas narinas e a forçaram a abrir mais ainda os lábios na busca do ar. Sentiu o peludo saco no queixo e ânsias,
A força da metida na garganta quase estraga tudo e a fez vomitar no cacete. Ela buscou todas as forças e se controlou. A boca toda cheia de saliva que escorreu pelo pau ate o saco melando o que tinha por perto. Rebolou provocante tentando aliviar a tortura da empalada de boca para que ele se interessasse por sua boceta, que a essa altura salivava tanto quanto sua boca, num tesão que nem mesmo compreendia.
Ele inclinou-se e espalmou duas nádegas com força em sonoras palmadas que deixaram a pele logo vermelha. O movimento fez o pau atolar ainda mais e sua garganta foi forçada a mastigar a cabeça do pau. Mais tapas e um filete de saliva escorrendo no rego até as pregas roxas. O cuspe dele foi espalhado com os polegares que se introduziram no buraco alargado o cu. Sentiu o cuspe agora escorregando no reto.
Já não agüentava mais o pau na garganta da força das estocadas quando ele o tirou violento como tinha metido. Bateu varias vezes com o pau babado na sua cara e segurou seu queixo com força a fazendo olhar para ele por trás dos óculos. – Pede! Falou alto. Ela suspirou, lambeu a boca para tirar o resto da saliva que escorria, abriu um sorriso safado e pediu: - Me fode o cu que quero esse pau grosso me arregaçando todas as pregas da tua professora. Virou o corpo, deitou os seios quase de menina-moça no carpet e abriu a bunda com as mãos. – Marido filha da puta! Gritou da dor da enrabada com o pau todo socado no cu que só dava para os alunos de faculdade.
Zulu Luzu
Publicado no Recanto das Letras em 03/11/2009
Código do texto: T1903346
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