Na fazenda do meu tio XXI
Deixamos os dois conversando e fomos passear pelos arredores da casa e nos conhecendo melhor. Na verdade ela me contou que o engenheiro era ele. Ela era uma arquiteta. Quando pegavam um trabalho ele tratava da parte de segurança e ela tratava da parte estética da obra. Eu havia ficado intrigada com aquela sua história de me emprestar o mnararido para arrancar o meu cabaço. Pergunteilhe se estava de gozação comigo ou se falava sério. Ela então me disse que, apesar de ter falado brincando comigo, se isso acontecesse para ela não seria nada de mais. Eles formavam um casal liberal e não havia ciúme entre os dois. Se ela transasse com outro ou se eles transasse com outra depois eles contavam a aventura um para o outro e isso aumentava mais ainda o tesão entre os dois. Se fosse uma transa a três eles fariam com a mesma naturalidade. Contou-me algumas de suas aventuras com e sem ele participando e eu ouvia impressionada. Hovia muito dessas história quando em conversa com minhas amigas mas custava a acreditar. Agora estava mudando de idéia...
Quando nos reunimos novamente foi para almoçar. Sentamos todps à mesa. O engenheiro sentou de frente para a dona da casa. Ao lado dela estava o capataz. Ao lado esquerdo do engenheiro estava sua mulher e eu do lado direito. Terminada a refeiçao, a conversa começou a girar em torno da construção da piscina. Explicava detalhes a mulher do meu tio sobre o local a ser escolhido e o tipo de material a ser usado. Falou da sua experiência nesse tipo de trabalho, não só em outra fazendas como na cidade também. À medida em que a conversa se densenrolava eu fui observando que sua mulher olhava insistentemente para o capataz. Contrariando o seu costume o meu negro havia colocado uma camisa antes de se sentar à mesa, mas não havia fechado todos os botões, de forma que o seu peito seminu, musculoso e cabeludo despertava o olhar da safada, que de vez em quando mordia os lábios enquanto observava aquela maravilha.
O engenheiro, por sua vez, de vez em quando dirigia um olhar para o decote do vestido da dona da casa, que estava à sua frente e, que a exemplo de sua mulher, tamém era uma quarentona capaz de despertar a paixão e o tesão de qualquer homem. Mas, enquanto os seus plhos se fixavam no decote da quarentona, as suas mãos tomavam outra direção. Subitamente senti uma delas pousar em uma de minhas coxas, por debaixo da mesa, e começar a acariciá-la disfarçadamente, num movimento delicioso. Instintivamente fui abrindo as coxas bem devagar e sua mão foi avançando lentamente. Ao pressentir que eu estava gostando ele começou a pressionála com uma maestria incrível. Olhei em volta e notei que ningém ali estava percebendo nada, nem mesmo a sua mulher. Só eu senti, quando um dos seus dedos foi arredando m in ha calcinha para o lado e começou a penetrar na minha buceta fazendo movimentos circulares dentro dela. Eu tive que fazer um esforço enorme para tentar me controlar e não deixar ninguém perceber que eu estava gozando, e que uma grande quantidade de líquido escorria sobre minha calcinha...
josebr
Publicado no Recanto das Letras em 04/11/2009
Código do texto: T1903902
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