Na fazenda do meu tio XXII
À tarde saímos os quatro para percorrer a fazenda. Eu e o meu negro íamos à frente e eles nos seguiam à distância apreciando a paisagem e observando os pássaros e os animais que pastavam. Eu não pude deixar de tocar no assunto com o negrão. Falei-lhe dos olhares cheios de tesão da arquiteta para o seu peito seminu durante o almoço. Disse-lhe que não estava com ciúmes e que, se ele quizesse, ia providenciar para que os dois tivessem uma transa bem gostosa. Queria ver a picona daquele negro arrobando aquela buceta tarada, adepta de uma pica diferente de vez em quando...Combinamos , então, que íamos preparar uma surpresa para os dois. Fomos logo caminhando direto para o curral enquanto eles nos seguiam. Paramos, mostramos-lhes os animais e pedimos para que aguardassem, que iriam assistir a um espetáculo da natureza.
O meu negro repetiu as mesmas ações quae havia realizado no dia em que me enrabou. Foi onde estavam os animais, soltou um cavalo e uma égua no cio e as cenas se repetiram. O cavalo começou o seu assédio sobre a égua e logo aquela pica gigante começou a endurecer. Propositadamente, me posicionei ao lado do engenheiro enquanto o negro ficou junto com a sua mulher. Quando a pica do cavalo comecçou a penetrar na buceta da égua, ela já estava com a blusa completamente desabotoada, com uma das mãos no peito e a outra na buceta se acariciando. Começou a olhar para o volume do cacete do capataz que ia surgindo por baixo da sua bermuda. Quando ele desabotoou a braguilha e colocou aquele membro para fora ela caiu de boca. O seu marido também tirou o pau para fora e eu comecei a chupá-lo. Depois ela se deitou na grama, e implorou ao negro.
- Vem...bota esse picão na minha buceta...eu quero sentir essa pica enorme dentro de mim...
Eu também fiquei de quatro para o seu marido me enrabar. Ela olhou para o marido e falou:
- Mete na bunda dela, querido...come esse rabo...ela é virgem mas adora tomar no cu...
Ele começou a me comer com aquela pica que nem de longe chegava ao tamanho da do meu negro. Eu estava numa posição em que via quando aquela pica negra começava a arrombar a buceta sedenta daquela safadinha...ela gemia de dor e prazer...
- Que pica grossa e grande amor...ela tá me arrombando...me rasgando toda...mas é muito gostosa...Aiii....Aaaiii...
Aaaaaiiiiiii!!!!!! Vou merrer debaixo dessa pica!!!!!!!
Não morreu. Gozou como uma égua no cio. Depois me confidenciou que foi a gozada mais gostosa de sua vida.
Depois, com os quatro já saciados, levei-os a cachoeira para conhecerem as delícias de um banho de riacho.
josebr
Publicado no Recanto das Letras em 04/11/2009
Código do texto: T1903939
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