LAÍS
Paulo estava na rodoviária, estava ansioso, nunca tinha feito coisa parecida, viajar para longe para conhecer uma pessoa, estava receoso, com medo do desconhecido, ele era casado já tinha traído outras vezes, mas sempre próximo, durante a tarde, sempre com mulheres também casadas que não podiam passar noites ou longos períodos fora de seus lares.
Eram encontros fortuitos, mas muito prazerosos, onde ele e suas parceiras podiam se desligar de seus casamentos de suas rotinas e viver, por alguns momentos, um mundo aparte onde nada era proibido e só importava o prazer mutuo.
Não duravam muito estas situações e não tinha tido muitas amantes também, e as separações sempre partiam delas, que cansavam da brincadeira ou temiam acabar sendo descobertas e resolviam interromper o relacionamento o que fazia ele sofrer muito.
E agora ele estava prestes a embarcar para outra cidade, não muito longe dali mas diferente de tudo que ele já tinha feito, a primeira idéia dele era ela vir para uma cidade próxima dali onde ficariam em um hotel, ele até já tinha feito pesquisa e estava quase fazendo a reserva de um quarto em um hotel em uma cidade próxima da sua, mas ela ligou e fez a proposta, iria ficar sozinha em casa quem sabe ele não iria para lá, ela falou preferir daquela forma, poderiam ficar o fim de semana todo sem ninguém atrapalhar, ele resolveu arriscar, o que poderia ter a perder?
Pegou o ônibus com certo peso no estomago um sufocamento, típico da ansiedade que estava sentindo, colocou os fones logo após o ônibus partir rumo ao destino em duas horas estaria la pensou ele finalmente, viajou meio inquieto, mas escutando musica tentando se distrair esquecer um pouco da ansiedade.
Quando chegou ao destino ela estava a sua espera, ela era exatamente como vira nas fotos e nas conversas on line via web cam, ele a reconheceu logo, ela não o reconheceu tão prontamente e ficava a procurar entre as pessoas que desciam na rodoviária, ele foi ao seu encontro, ela abriu um largo sorriso e o recebeu com um caloroso e afetuoso abraço, três beijinhos trocados, ele foi ao guichê e comprou a sua passagem de volta para o final do dia seguinte.
Pegaram um taxi e rumaram para o apartamento dela, iam conversando, ela perguntado o que tinha achado da viagem se tinha reconhecido ela logo, se tinha achado muito difícil chegar até sua cidade, fazia carinhos na nuca de Paulo, em pouco tempo já estavam no apartamento dela, ela o abraçava sorria, dizia não acreditar que ele realmente tinha ido ao encontro dela.
Ele ainda meio tímido tinham deixado bem claro em suas conversas que deixariam rolar, eles se encontrarem não era garantia de que iriam para a cama, tudo poderia acontecer, inclusive nada, perguntou para ele se tinha fome, ele disse que sim, um pouco de fome, o apartamento era pequeno mas confortável, cinco peças com sacada, apesar de ter dois quartos ela levou a mala de Paulo para seu quarto onde tinha uma cama de casal bem grandinha, ai ele não tinha mais duvida, iria rolar, ela queria e ele particularmente também queria e muito, Laís era uma mulher madura de posições firmes, loira de olhos castanhos claros, lábios finos de belo sorriso, corpo esbelto e muito bonito de formas bem definidas, ele não agüentou mais e segurou firme em sua cintura e beijou seus lábios no que foi correspondido na hora, línguas entrelaçadas mão passeando ávida por corpos sedentos de carinho, de toques, ela pediu calma a ele, disse que era melhor jantarem primeiro, ele sorriu e concordou, jantaram conversando amenidades e trocando beijos e caricias, depois tomaram um licor para fazer a digestão, mais tarde ele tomou um banho e foi até o quarto onde ela já o esperava, seminua, ele enrolado á toalha, ele já não agüentando de desejo beijou novamente seus lábios, deitou – a na cama e começou a beijar e lamber seu pescoço, nuca, orelha, ombros, seios, colo, ao redor do umbigo, até chegar onde tanto desejava , afastou sua calcinha e lambeu seu grelinho já durinho de tesão, enfiou o dedo naquela boceta que aquela altura já estava melada de desejo, passava a língua pelos grandes e pequenos lábios, enfiava e retirava sua língua daquela boceta fazendo ela gemer e tremer de tanto tesão, ficou um bom tempo nesse vai vem de língua por seu corpo e sua boceta, ela por fim o fez deitar e sem cerimônia abocanhou a vara dele, passando a língua, engolindo, lambendo as bolas , com uma volúpia nunca vista por ele, á muito ela esperava por este momento, de poder fazer amor com ele, ficou assim por vários minutos até ele não agüentar mais e explodir em gozo na sua boca, ela se deliciava com tanto gozo que ele jorrava em sua boca.
Com o cacete firme, duro e forte ainda, apesar da gozada colossal, ele a colocou na posição de frango assado e enfiou toda sua vara melada na boceta de Laís fazendo ela gemer de tesão, ele estocava furiosamente igual a um animal, ela podia sentir a lança a estocar seu útero, um prazer indescritível era sentido por ela, por ambos, ele também estava deliciado com aquela boceta carnuda e apertada quente e melada que recebia tão bem seu cacete duro, sentia um prazer que não conseguia explicar queria poder perpetuar aquele momento, depois de alguns minutos naquele vai vem, mudaram de posição, ela foi sentando devagar naquela lança até sentir sumir dentro de si, á essa hora já era ele que gemia, urrava de tanto prazer, e pedia para ela cavalgar gostoso aquela pica, o que ela fez com maestria, ela rebolava gostosamente, ora rebolando ora saltando sobre aquela vara, não demorou muito para ela começar a gozar aos espasmos, seu gozo escorria molhando tudo, um gozo gostoso, quente e molhado, Paulo adorou aquela gozada, sentir o gozo da parceira a escorrer entre suas pernas, ele também largou mais uma vez jatos de sêmen dentro daquela boceta gostosa e agora melada pelo gozo de ambos.
Caíram ambos exaustos, ela com a cabeça em seu peito, ofegante, mas muito contente, deliciada, agradecida, mas não saciada, trocavam beijos caricias e juras de amor, o mundo lá fora já não importava para eles, só curtir aquele momento mágico, sublime, único, adormeceram abraçadinhos.
Acordaram de madrugada ainda, na atmosfera daquele quarto o cheiro de prazer de gozo de êxtase de pecado, impregnado no ar, colado nos poros dos amantes que ali estavam.
Ela levantou e foi ao banheiro lavar – se, ele sem cerimônia, pouco depois quando já ouvia a água escorrer no Box, foi lá juntar – se a ela e lá mesmo fizeram amor novamente, mãos e bocas explorando corpos famintos de sexo embaixo do chuveiro deixando a água escorrer sobre seus corpos.
E assim foi até a hora de ele retornar a sua cidade, até o fim daquela visita que no começo ele meio ansioso, receoso, com uma ponta de medo daquilo que lhe esperava, e agora retornava já com promessa de volta, com saudades dos momentos que passou, naquele momento tinha ter a certeza que encontrara a pessoa que tanto esperava, procurava e que chegou a acreditar que não existia.
Voltou a sua vidinha de sempre, trabalho, esposa, filhos, problemas, dividas, na memória lembranças de uma amante e de momentos mágicos que ele esperava em breve repetir.
Kadu Granada
Publicado no Recanto das Letras em 04/11/2009
Código do texto: T1905087
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