Texto

Na fazenda do meu tio XXIII

               Perto do riacho havia um pequeno canavial e em determinado ponto havia vários pés de cana plantados em círculo, de forma que no seu interior podia-se esconder perfeitamente uma ou mais pessoas dependendo da sua compleição física. O negro me havia confidenciado que era ali que ele se escondia quando queria observar alguém tomando banho. Dali ficava-se praticamente invisível. Quando começamos a nos aproximar daquele ponto, notamos que um vulto se movimentava dentro do riacho bem devagarzinho. Fizemos sinal de silêncio para o engenheiro e sua mulher e fomos nos aproximando...Ao chegarmos mais perto notamos que se tratava da mulher do meu tio, que estava jogando água no corpo, completamente nua, e de vez em quando levava as mãos às coxas e se contorcia, numa espécie de dança sensual em câma lenta. Logo tirei a minha conclusão. A safada devia ter visto toda a nossa transa e se antecipara correndo para o riacho. Estava dando um show particular para nós.
                Em tamanho, o cacete do engenheiro não se comparava ao do meu negro, mas em matéria de potência, de vigor físico, não ficava devendo nada. Logo notamos que ele começava a inchar dentro de sua bermuda. Sua mulher logo se lembrou dos seu olhares cheios de tesão para o decote daquela mulher durante o almoço. Foi logo dizendo ao marido:
                - Vai lá, amor. Ela está pedindo pica. Vai... A gente te espera aqui. Mete-lhe a pica, vai...
                Nem precisou a gente se esconder, pois a putinha sabia que a gente estava ali  observando-a. Vimos quando ele se aprocximou e ela imediatamente colocou as mãos em forma de concha nos seios, fingindo pudor. Aos poucos ele foi tirando a roupa e se aproximando...Primeiro encostou-a no barranco e começou a chupar aqueles peitos vorazmente. Depois chupou a ua buceta.  Pelos gestos dos seus lábios dava para notar que ela estava gemendo...Depois vimos quando eles se deitaram à beira do riacho e ele começou a penetrá-la com vigor.
                Nós não éramos de ferro. Por mais que a gente tentasse se absatrair,  logo o tesão começou a tomar conta dos nossos corpos. O negro também estava ficando de pau duro, e desabotoou a braguilha botando aquele picão para fora... Levamos aquele membro à boca e começamos a dividí-lo, alternadamente,ora uma, ora outra,  e a nos masturbar gostoso... Depois que havíamos chupado bastante ele anunciou o gozo, que veio em pequenos jatos inundando o nosso rosto que estavam colados um no outro. Um dos jatos veio com violência em direção ao meu olho, que por sorte eu fechei antes de ser atingido. Depois de limpar com os dedos, abri os olhos e e olhei em direção à beira do riacho. O engenheiro estava acabando de enrabá-la e e estava jogando jatos de porra na sua bunda. Nos levantamos e fomos ao encontro deles para tomarmos o nosso banho, todos juntos. Havíanos chegado em um grupo de quatro, e voltamos em grupo de cinco, todos agraciados pelo gozo relaxante do final de tarde...Nossas bundas, bucetas e cacetes saciados.
josebr
Publicado no Recanto das Letras em 05/11/2009
Código do texto: T1905804

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Sobre o autor
josebr
Rio de Janeiro/RJ - Brasil, 63 anos
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