Na fazenda do meu tio XXV
Todos ja haviam chegado a um consenso quanto ao local onde ficaria a piscina. O engenheiro pesiu à sua mulher Que fizesse uma pesquisa nas lojas de material existentes na redondeza e anotasse os preços, a qualidade dos materiais de cada uma e as condições de pagamento. Como ela não conhecia muito a localidade pediu que eu a acompanhasse. O engenheiro ficaria tirando medidas e tomandos outras provitência relativas ao início do empreendimento.
O dia estava um pouco frio e a arquteta colocou uma meias que ioam até a metade de suas coxas. Eu ja estava acostumada ao clima da fazenda e vesti apenas minha saínha curta e minha blusa. Entramos na caminhonete do engenheiro e e ela foi dirigindo. Havia poucas lojas de material para construção de piscinas pelas redondezas e nós percorremos todas elas. Ela ia anotando tudo em seu bloquinho. os preços, as lojas que tinha matgerial de melhor quakidade, as que ficavam mais próximas da fazenda enfim todos os dados necessários para que o seu marido fizesse a escolha certa na hora de cpomprar. Quando chegamos na última loja, notamos que ela possuia um galpão enorme, onde ficavam os azulejos. Vendo o nosso interesse, o dono da loja chamou um rapaz e pediu que ele nos mostrasse o interior do galpão. Ele começou a se dirigir para lá e nós o seguimos. Quando chegamos lá dentro começamos a examinar as peças. Era uma gama imensa de variedades, cores, tamanhos, cxada uma mais bonita que a outra. Enquanto olhávamos os azulejos, o rapaz olhava atentamente para nós. Era novo, ainda. Devia ter uns dezenove no máximo. Olhava para a minha saínha curtinha e cada vez que eu me abaixava para ver uma peça que estava próxima ao chão, na primeira prateleira, as minhas coxas ficavam totalmente expostas e, provavelmente, ele estava vendo até a minha calcinha. Ele estava adorando!... Em determinado momento nos deixou alí e desapareceu.
Não demorei muito a avistá-lo. Estava do ostro lado, atras de uma pilha de caixas de azulejos, nos espionando. Numa das horas em que eu me abaixei para olhar umas peças na primeira prateleira, vi o seu rosto surgir e desaparecer como um raio. Falei com a arquiteta e resolvemos lhe dar um show particular. Continuamos a ciminhar e paramos no lugar mais próximo possível de onde ele estava e procuramos o melhor ângulo de onde ele pudesse nos ver melhor e começamos... Eu me abaixei ao máximo fingindo olhar uns azulelos que estavam próximos ao chão. Ela fingiu estar ajeitando alguma coisa em suas meias e levantou a saia até o umbigo a akeitar a calcinha. Arredou um pouco até ele poder ver sua buceta cheia de cabelos...
Não demorou muito e ouvimos um longo gemido e logo depois ele desapareceu. Fomos até o local onde ele havia estado para verificar. As caixas de azulejos que estavam na sua frente se encontravam todos esporradas.
josebr
Publicado no Recanto das Letras em 06/11/2009
Código do texto: T1907700
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