Seguindo o conselho da mãe
Telma ficou de quatro com a jovem e firme bunda empinada, pernas ligeiramente abertas para facilitar o equilíbrio, e sentiu a boceta peluda molhar de tesão com a boca do namorado chupando-lhe a racha até tremer quando a língua buscou seu cuzinho roxo e virgem lembrando das palavras da mãe:
- Se ele quiser muito, deixa por na bunda, filha.
- Mas mãe, a Lu disse que no cu dói muito.
- Dói filha, mas eles gostam e ficam apaixonados.
- A senhora deixa o pai por no cu?
- Sempre que ele pede já vou ficando de quarto filha. Desde o namoro isso.
- Mas é bom?
- Bom, bom não é, mas pede pra ele por devagar e masturbar você que dá até pra ter orgasmo, filha.
- E se ele não masturbar?
- Ai você mesmo masturba filha. Sabe masturbar não sabes?
- Claro, mãe. Desde os 12 anos brinco sozinha.
- Então, deixa de ser tola e deixa logo teu namorado por na bunda. Não vai se arrepender.
As lembranças da conversa foram interrompidas pela ardência e a aguda dor do pau rasgando sua virgindade anal com a grossura de uma glande que mais parecia uma maçã. Uma lágrima correu pelo olho e Telma lembrou que esqueceu de contar para a mãe do dote do namorado, que já alojava sem piedade os 22 centímetros em seu intocado reto.
Mostra Damus
Publicado no Recanto das Letras em 06/11/2009
Código do texto: T1908132
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