O cu da nega
- Hoje vou comer teu cu, nega!
Falou a frase como se dissesse que ia beijar seu rosto, como algo corriqueiro. Bebeu mais um gole da forte cachaça e limpou a sobra do álcool nos lábios com o dorso da mão de forma rude e vulgar, para mostrar que naquela noite seria o macho dela.
- Vai logo lavar essa bunda, nega!
O tom foi de ordem e em brado. Mostrava quem mandava ali e que não estava para brincadeira. Alisou o membro grande e solto no shorts surrado e fedido do suor do futebol. Sentiu o membro crescer um pouco.
- Ta vendo, nega? Ele já ta querendo esse rabo.
Tomou mais um gole de cachaça e baixou o shorts. O membro meio duro meio mole, mas grande e grosso, balançando entre as coxas peludas e suadas. Coçou o saco peludo de bolas pesadas e foi até a mulher que a tudo assistia sem dizer nada.
- Chupa!
Disse, curto mostrando o que queria. Ela obedeceu. Ajoelhou-se, ainda de vestido, na sua frente e enfiou o pau na boca. O gosto era azedo de suor mas caprichou no boquete e logo o membro pulsava com metade em sua boca. Não cabia mais.
- Cacete, nega. Assim vou esporrar.
Ela caprichou ainda mais a chupada levando a mão pequena para alisar as grandes bolas que pendiam pesadas. Logo sentiu o saco murchar e espremer os escrotos. Fez cara de puta para ele e sentiu o primeiro jato de porra. A boca encheu de líquido quente e o pau ficou flácido com a mesma velocidade que tesou. Cuspiu a porra no copo de cachaça e falou, limpando a porra da boca com o dorso da mão.
- Toma tudo, nego. O cu tu não terás mais.
Zulu Luzu
Publicado no Recanto das Letras em 06/11/2009
Código do texto: T1908700
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