Padre Giovanni, irmã Luci e a viuvinha
Padre Giovanni ligou para a viuvinha depois de algumas semanas da última visita, queria saber como estava e programar a próxima visita, afinal aquela mocinha era linda demais para ficar tanto tempo sem assistência.
- Alô, quem fala?
- Bom dia Marli, padre Giovanni.
- Padreeeeeee!!! Que bom que o senhor ligou, estava pensando que não falaria mais comigo, o que houve?
- Você sabe que a vida de um padre e muito corrida, muitos pobres precisam de cuidados em nossa comunidade e muitas coisas mais a serem feitas, enfim, não é muito fácil.
- Eu sei padre, mas quando vem me visitar?
- Eu havia pensado em você vir me visitar na igreja, mas pensei melhor e achei melhor não, mas também não quero visita-la em sua casa desta vez, temos de pensar em algo.
- Que tal nos encontrarmos lá do outro lado do rio, antes da ponte a direita de quem vem da igreja, tem uma estradinha de terra, eu vou sempre daquele lado e nunca aparece ninguém, muito menos dia de semana, o que senhor acha?
- Eu acho perfeito, desde que realmente não se corra risco nenhum e por favor, em nossas conversas particulares não precisa me chamar de senhor, combinado?
- Claro padre.
- E nem de padre.
- Esta bem Giovanni.
- Agora sim, então Marli, a que horas poderemos nos encontrar lá?
- Eu sempre saio dar uma cavalgada para banhar-me no rio entre 5:30 e 6:00, dai ninguém vai desconfiar de nada porque fraço isso todo santo dia, nunca apareceu uma alma viva por lá e olha que tomo banho nuazinha, está bem para você este horário?
- Sim, as 5:30 estarei lá te esperando, não falte.
- E você acha que eu faltaria a um encontro desses, estou a dias esperando sua visita.
- Até mais Marli.
- Até mais Giovanni.
O padre desligou o telefone e ficou pensativo, como ele e irmã Luci fariam, da primeira vez deu tudo certinho, quando ela entrou sorrateiramente no quarto e entrou na farra com ele e a infiel confessa, mas agora estariam ao ar livre e de dia. Para tudo se dá um jeito, o importante é ter a danadinha junto comigo para o sacrifício final da viuvinha; estava ainda pensando no assunto quando irmã Luci entrou em sua sala;
- Bom dia padre, esta preparado para os afazeres da tarde? A madre quer que levemos a noviça conosco hoje, se for possível é claro, tudo bem?
- Hoje não pode Luci, temos um encontro com a viuvinha, se a noviça for conosco podemos esquecer a doce viuvinha.
- Ai ai ai ai ai, porque não me avisou mais cedo?
- Porque só consegui falar com Marli agora a pouco para avisar da visita, não vai ser na casa dela, será na beira do rio.
- Você ficou louco? Em plena luz do dia na beira do rio?
- A viuvinha disse que se banha todos os dias a tarde e nunca apareceu ninguém, porisso aceitei, não nego que a idéia do perigo me deixou com mais vontade, você terá de se aproximar não sei como.
- Não se preocupe padre, faça a tua parte que a minha com certeza eu farei.
- Ótimo!!
As cinco horas sairam da igreja em direção ao rio, o padre deu uma desculpa para não levar a noviça nesta missão a qual foi aceita pela madre levando em consideração a inexperiência da novata, antes de chegarem ao lugar combinado irmã Luci desceu da perua, o padre seguiu adiante e estacionou embaixo de uma árvore frondosa, passado dez minutos ouviu o trotar de um cavalo que vinha da direção contrária de onde eles haviam chegado, desceu do carro estendeu a mão e ajudou ela apear;
- Como esta Marli? Você esta linda como sempre.
Puxou-a e abraçou apertado, uma vez mais tinha em seus braços aquela maravilha de viúva, hoje ela teria uma experiência diferente, procurou sua boca e a beijou gostoso, sentiu seu hálito perfumado, seus cabelos macios balançavam ao sabor da brisa fresca que soprava providencialmente, fazia muito calor naquela tarde, como era verão os dias eram mais longos e o sol ainda estava alto. Sentia os seios dela pressionando-lhe o peito, que delícia senti-la respirar forte, toda excitada apenas com seu beijo, afastou-a um pouco e disse;
- Vou pegar algo para forrarmos o chão.
Foi até a perua e abriu um dos sacos que supostamente continham roupas para serem distribuídas, pegou um acolchoado e um lençol, foi até embaixo da árvore e estendeu-o e puxando-a pela mão a fez deitar-se, deitou-se a seu lado e novamente procurou sua boca, sugou-lhe ávidamente os lábios e ela lhe ofereceu a língua macia, húmida e quente, ele colocou a mão sobre seu ventre, ela separou as pernas, sua mão ao pousar sobre a bucetinha sentiu o calor que passava através do tecido fino de sua bermudinha, quando ela sentiu o toque sugou deliciosamente os lábios dele, o padre soltou a fivela do cinto, abriu o botão e o zíper enfiando a mão por dentro da calcinha, sentiu os pentelhos que estavam compridos, coçou-lhe a virilha sentindo os pelos grossos, a bucetinha estava toda abertinha esperando o toque de seus dedos, ele não se fez de rogado e meteu o médio pra dentro, ela gemeu gostoso ajeitando-se melhor para levar a dedada, ela ainda estava inexperiente, mas hoje ela aprenderia algo, o padre levantou-se e se colocou entre suas pernas, colocou a mão por baixo, ela levantou a bunda e ele puxou a bermuda com calcinha e tudo, ficou olhando aquela buceta como se fosse a primeira que via na vida, ele adorava aquele cheiro de fêmea excitada, o líquido que escorria brilhante em direção ao cuzinho dela era uma visão tesuda, abaixou-se e meteu a língua labendo o reto lubrificadinho e subiu enfiando dentro do buraquinho assanhado, a ponta do nariz
pressionava a vulva bem abaixo do clitóris, ela se contorcia de prazer, sua língua parecia a de um cachorro viralatas lambendo um pedaço de carne com perfume de buceta, ela mesma se livrou da camiseta, estava sem sutiã e os peitos saltaram lindos apontando para o céu, ele esticou a mão e segurou um deles rodando a ponta do dedo envolta do mamilo que estava durinho demonstrando o tesão da vadiazinha, ele continuava a lambê-la, correndo a língua por dentro da racha, corria até encima depois até embaixo, sua boca, nariz e queixo estavam melecados pelo fluído delicioso da xotinha. Como num passe de mágica o padre livrou-se de suas roupas, o homem e o padre equilibrados haviam cedido lugar ao lobo devorador de ovelhas, que esquecia de tudo e de todos os perigos, sua mente tinha somente aquela ovelha de pernas abertas preparada para ser cravada por sua espada e ser arrebatada pelos prazeres do sexo.
Giovanni abriu suas pernas deixando a carinha inocente daquela viuvinha colada em suas bolas, ela ficou olhando aqueles dois grãos pendurados, aspirou e sentiu o cheiro de macho, sua buceta piscou desejando aquele cajado, timidamente ela esticou sua língua e passou no ovo esquerdo, o padre lambia sua xota outra vez, ela sentiu os pelos dos bagos em sua língua, ela nunca havia sentido aquilo, ficou lambendinho como uma cadelinha sem experiência mas que excitava demasiadamente o seu macho, ele empurrou seu corpo para baixo colando os bagos na cara dela, começou a esfregar a bunda e os testículos em sua cara, sentiu seu corpinho tremer e ela esticar a língua bem no seu rabo, lambendo gostosamente enquanto gozava em sua boca, a lambeu até que ela gozasse por completo, depois levantou-se e sentou-se em sua barriguinha, juntou os peitos com as mãos e colocou a vara entre eles, e disse a ela;
-Encosta o queixo no teu corpo e abre a boca pra que eu possa lhe foder entre os peitos e a cabeça entre esfregando-se em tua língua.
Ela colou o queixo em seu corpo e em seguida recebeu a cabeçorra do caralho dentro da boca, o padre ia para trás e voltava esfregando-se em seus peitos e a cabeçona outra vez lhe penetrava a boca, ela curtia isso com os olhos fechados. Ela sentiu algo tocar-lhe a bucetinha, manteve os olhos fechados e a boca aberta recebendo aquele cacete enquanto dedos lhe penetravam a buceta, achou que padre Giovanni a acariciava, mas era irmã Luci quem a tocava abrindo os grandes lábios e correndo os dedos pela vulva delicadamente, ela olhava a florzinha rosada que piscava cada vez que ela toca no grêlo, ela aproximou-se silenciosamente por trás, como a viuvinha estava embaixo do padre que estava entre as duas, ela pode iniciar as carícias sem que ela a visse chegar, Giovanni seguia fodendo nos peitinhos dela que continuava de olhos fechados e a boca aberta chupando o cacete cada vez que ele chegava dentro dela.
Irmã Luci não resistindo mais aquela visão maravilhosa de uma buceta piscando pra ela e pedindo para ser fodida, enfiou a cabeça entre as pernas de Marli e começou a sugar fervorosamente aquela buceta, Marli quis levantar-se para ver o que acontecia, Giovanni a segurou pelos cabelos e forçou-a a ficar deitada, olhou dentro dos olhos dela e piscou puxando a cabeça dela para baixo na mesma posicão anterior, ela agora tinha os olhos abertos tanto quanto sua boca, tentanva olhar por trás dele quem é que lhe chupava a buceta, como eram lindos aqueles olhos assustadinhos e ela safada, mesmo assustadinha mantinha aquela boca aberta para deixar deslizar em sua boca a pica do padre, a língua que lhe lambia era tão ágil quanto a do padre, logo a fez relaxar e desfrutar do prazer que ela proporcionava, fechou seus olhos e deixou-se dominar pela volúpia daqueles dois que a possuiam. Giovanni levantou-se, então Marli pode ver que quem a chupava era a irmã Luci, ela tentou levantar-se e Giovanni colocou o pé em seu peito pressionando levemente e balançou delicadamente a cabeça em sinal negativo, ela manteve-se deitada e ficou olhando aquele homenzarrão em pé a sua frente, com aquele cacetão apontando para o céu, já que tinha que ser assim, achou melhor relaxar e aproveitar a experiente língua que a lambia, percebeu quando o padre se colocou por trás da irmã Luci que arrebitou a bunda separando as pernas, viu quando ela fechou os olhos e lhe mordeu os lábios da buceta quando ele enterrou o cacete de uma vez só dentro dela, aquilo botou fogo em suas entranhas e esqueceu por completo de tudo, agora só queria era foder e foder muito.
Depois das duas terem gozado, padre pediu a elas que invertessem as posições, irmã Luci deitou-se com as pernas abertas e Marli colocou-se de quatro, ela nunca havia olhado uma buceta alheia tão de perto e muito menos sonhado em lamber uma, ficou olhando aquele bucetão a sua frente e não sabia o que fazer, de repente sentiu o caralho invadir sua buceta empurrando-a de cara na xota de Luci, Luci a segurou pela nuca prendendo sua cara colada na xana, Marli sentindo o cacete rasgar-lhe as entranhas se deixou levar pelo tesão e começou a lamber a buceta alucinadamente, o cheiro gostoso de Luci a excitava ainda mais com aquele cabeçudo lhe invadindo e esfregando-se em suas mucosas. Luci virou ao contrário se enfiando por baixo do corpo de Marli, agora ela tinha a visão maravilhosa de um cacetão fodendo uma buceta e ao mesmo tempo tinha a sua xana lambida por uma viuvinha deliciosa, colocou o saco do padre na boca acompanhando o movimento lento que ele fazia de vai e vem para poder desfrutar da buceta e de sua boca que chupava-lhe os grãos, Marli aprendeu rapidinho a chupar uma buceta, porque o tesão que ela lhe porporcionava era alucinante, ainda mais olhando de perto a buceta dela levando ferro e dos grossos, sentiu suas entranhas se contrairem, ergueu a pernas e fez um xis em volta da cabeça de Marli, sentindo aquela linguazinha lá dentro, ela gozou e sentiu o gozo que saiu-lhe gostosamente pela buceta molhando a cara da vadia que estava com a cabeça presa por seus pés, ao mesmo tempo ela sentiu que Marli começou a tremer e gemer muito alto gozando na rola que tanto lhe dava prazer, viu que Giovanni perdia o compasso das fincadas anunciando seu gozo também, viu aquele cacetão sendo tirado da bucetinha quase até o final, pode ver a parte de trás da cabeça dele pra fora, depois o padre foi empurrando devagarinho e derramando sua semente nas mucosas rosadas e cheirosas da viuvinha, quando o cacete estava todo enterrado, ela meteu os grãos na boca tirando gemidos do padre, de repente ela o empurrou para trás, o pau saltou fora e ela colocou inteiro na boca recebendo ainda o último jato de porra em sua garganta, ficou lambendo enquanto o padre urrava de prazer derramando suas últimas gotinha dentro de sua boca, a porra começou a escorrer da buceta de Marli, ela meteu a língua amparando o líquido para não perdê-lo, empurrou o cacete de volta em direção a buceta dela e o padre fincou-se todinho na rachada de Marli, enquanto irmão Luci seguia lambendo-os gostosamente.
Gozados e satisfeitos deitaram-se à sombra, Marli tinha os olhos fechados, estava um pouco envergonhada, Luci entre os dois com uma das mãos acariciava-lhe a barriguinha descendo até seus pentelhos e com a outra alisava o cacete meio amolecido, ficaram ali em silência curtinndo o sol que quase sumia no horizonte, irmão Luci seguia acariciando os dois, esperando ressucitar o danado do cacete que estava meio zonzo, abatido por duas bucetas.
Mr Eros
Publicado no Recanto das Letras em 06/11/2009
Código do texto: T1909119
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