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OS PRAZERES DE ISABEL (duas semanas de abstinência)


             - Não é muito tarde. E se parássemos num desses barzinhos...

- Até que a idéia não é má...

Miguel diminuiu a marcha, contornou à esquerda e parou próximo ao “Chanceler”.

- Pronto. Aqui se toma um bom champagne, tem uma musiquinha muito gostosa e é bastante discreto.

- Já ouvi sobre esse “point”. Dizem as minhas assistentes que é muito confortável.

             Miguel saltou, deu a volta no carro e abriu a porta para Isabel. Foi aí que Isabel reparou na altura daquele homem. Deveria ser bem mais alto que seu marido, não tinha, porém, o corpo atlético de Carlos. Era magro, sem ser esquelético.

Quando Isabel se preparou para saltar, Miguel já lhe segurava a mão para ajudá-la. A porta da pic up foi trancada e Miguel, gentilmente, passou a mão pela cintura de Isabel e conduziu-a para dentro do barzinho. Era uma penumbra suave e uma musiquinha muito romântica era tocada.

Tão logo entraram e um garçom aproximou-se e perguntou.

- O senhor quer uma mesa?

- Sim e, se possível, num cantinho discreto. – Respondeu Miguel.

Tão logo se sentaram Miguel pediu.

- Traga uma “Chandon” meio doce e um queijo.

Cinco minutos depois, Isabel e Miguel saboreavam o primeiro gole da deliciosa champagne.

Minutos depois, Miguel fez o convite.

- E se fossemos dançar, a musiquinha é bastante gostosa.

Os dois já dançavam a algum tempo quando Isabel sentiu que seu companheiro a atraia para junto de si. Sem dar qualquer sinal, aceitou o convite e aproximou-se de Miguel, ocasião em que sentiu o enorme volume da caceta daquele homem junto à suas coxas.

Era delicioso aquele roçar.

Alguns minutos depois, com um leve e suave rebolar juntou-se bem àquele homem e, largando sua mão, passou os braços em torno do pescoço de Miguel e o trouxe bem para junto de si.

- Assim, me sinto melhor dançarina. Posso?

Miguel não esperou um segundo convite. Levemente beijou-a na orelha e pescoço. Isabel, já excitada, seja pela longa ausência de seu marido, seja pelo comportamento delicado e autoritário daquele homem, sentiu um leve e gostoso arrepio lhe correr o corpo, quando falou quase que num sussurro.

- Isso, isso. Dançar com você é sensacional.

Os dois se afastaram suavemente e se olharam demoradamente.

Quando voltaram a se aproximarem foi para se unirem mais ainda.

Marcela já estava a mais de uma semana sem ser abraçada, beijada e acarinhada. A delicadeza e a finesse daquele homem a empolgava de forma maravilhosa e, não resistindo às discretas caricias que Miguel lhe fazia, sussurrou ao ouvido de Miguel, que se revelava sublime

- Você é divino.

- E você, deusa maravilhosa? Você é linda, é sensual... Vamos, junte-se bem a mim. Quero sentir você bem perto, quero que suas coxas sintam minha caceta. Isso, Belzinha, é assim que te quero, fêmea. Isso rebola gostoso, tenho impressão que minha caceta vai furar nossas roupas e se encaixar gostosa em sua “xonguinha”...

E, após uma longa pausa, continuou.

              - Vamos, Belzinha. Vamos procurar nosso canto. Precisamos nos amar e muito. Quero beijar esse corpo, esses seios, essa “xonguinha” que deve ser fantástica.

- Sim, homem gostoso, vamos. Também quero você inteiro, nas minhas coxas, na minha “xonga”, quero minha bunda roçando esse matagal que deve ser lindo. Quero gozar gostoso com você inteirinho dentro de minzinha, homem maravilhoso. Vamos, no carro quero essa pica em minhas mãos como prelúdio de tudo.

E eles saíram.

A noite era límpida e clara. A maré batia suave na branca areia da praia que estava deserta, era uma hora da manhã. Raros eram os carros que passavam em alta velocidade. Era, ainda, uma quinta feira.

- Me abrace gostoso e vamos andar na areia.

Miguel, delicadamente passou o braço em torno da cintura de Isabel e os dois caminharam pela areia. Der repente ela parou e abraçou aquele homem a seu lado. Calmamente passou a mão por sobre a calça e sentiu o caralho de Miguel que, a seu toque, começou a enrijecer-se. Delicadamente desceu o zíper e segurou aquele caralho tirando-o de dentro da calça.

Isabel olhou e volta e, verificando que não havia ninguém à vista desabotoou alguns botões de seu vestido e colocou aquele cetro entre suas coxas.

Miguel surpreendeu-se com a inusitada situação criada por Isabel. Não a demonstrou, contudo. A surpresa reascendeu sua libido e ele, então, passando a mão no colo de Isabel, começou por acarinhar e a beijar os seios daquela mulher que demonstravam serem portentosos

- Mas que maravilha. Como me sinto feliz e me realizando. Fode minhas coxas gostoso, fode. Inunda minhas coxas com sua seiva do amor, me faz gozar, homem maravilhoso.

E Miguel beijou-a, primeiro com carinho. Depois, com desenfreada ânsia ao mesmo tempo em que, pressionando-a contra si, fazia movimentos como que realmente estivesse fudendo-a.

- Assim, querido. Assim. Fode sua Isabel. Que pica gostosa que você tem... goza, meu filho, goza..., Izabelzinha ta gozando... isso, meu filho, goza, enche minhas coxas com sua porra deliciosa.

E os dois pararam simultaneamente e ficaram como que congelados. Só se ouvia o marulhar das ondas na praia.

Os dois gozaram copiosa e simultaneamente.

A possante Dakota taxiou pela Alameda do Status motel e suavemente estacionou no nicho da suíte presidencial.

Miguel, após fechar a garagem, levou Isabel nos braços para dentro da suíte. A porta foi fechada com estrépito pelo calcanhar daquele homem.

Os dois em pé na pequena pista de dança lutavam para, ao mesmo tempo se despirem e despirem seu companheiro.

Agora, estavam nus e um frente ao outro em admiração mutua.

Isabel estava linda, completamente nua e calçada com a linda sandália branca de meio salto que lhe fazia sobressair a portentosa bunda.

Miguel, maravilhado com aqueles pentelhos ruivos, ajoelhou-se aos pés de Isabel e, primeiro, delicadamente, depois, de maneira selvagem, beijou e fez tilintar sua língua naquela buceta que parecia feita de doce de côco.

Isabel suspirou fundo e, depois, gemeu de tanto prazer.

A língua de Miguel era duma rapidez que nunca Isabel havia experimentado.

- Vem, meu amor, vem. Penetra sua Belsinha, faz elasinha gozar gostoso. Quero gozar gostoso com sua caceta divina, homem maravilhoso.

- Sim, puta deliciosa. Vou te penetrar agora... vem, vira esse rabo. Primeiro quero fuder nessa bundinha e encher esse rabinho com minha porra...

Isabel estava maravilhada com a noite que encontrara e com aquele macho espetacular. Miguel, e agora se revelara, era um homem delicado e grosseiro ao mesmo tempo. Ele não lhe machucava, mas tratava-a como puta e dizia o que queria ou o que ia fazer com palavras chulas e de meio de rua.  Isabel, dentre todos os relacionamentos que tivera, desde àquela memorável semana de férias na casa de praia de Marcela, onde conhecera Jorge, seu primeiro parceiro extraconjugal, jamais encontrara um que se assemelhasse à Miguel. Isto  estava encantando-a e lhe provocando um tal estado de excitação que jamais sentira.

Agora, ali em pé, no centro daquela pequena pista de dança, com aquele homem delicioso lhe abraçando por traz quando ela sentia por entre suas nádegas e coxas aquela caceta morna e que tremia de excitação, achava a situação mais que maravilhosa simplesmente divina

Miguel era um amante ideal. Ele parecia adivinhar seus pensamentos e desejos.

No abraço, Miguel beijava-lhe os ombros, o pescoço,  as orelhas e os lábios de forma simplesmente espetacular. Suas mãos delicadas e experientes acariciavam-lhe os seios, a barriga, as coxas e fazia cafuné espetacular em seus pentelhos, tudo acompanhado com movimentos de entra-e-sai em suas coxas e nádegas com aquele caralho fenomenal.

Isabel achava-se no limbo.

Foi aí que, num movimento rápido e delicado, Miguel fez flexionar seus corpos e penetrou-a, de um só golpe e acerbamente. Dado à posição e o modo como foi penetrada, Isabel sentiu uma dor lancinante, o que a fez tentar desvencilhar-se, no que foi violentamente impedida pelo abraço firme, porem delicado daquele homem.

A dor que Isabel sentira a fez gritar e chorar. Sua excitação dobrou e ela, entre soluços e lágrimas, balbuciava.

- ... Isso, querido... Come, come gostoso o rabo dessa putinha. Elasinha adora ser enrabada. Vai, filho, assim..., mete com força..., de um golpe só... Belzinha adora... quando sente uma dorzinha no cu. Você tem um caralho maravilhoso, é grande, é grosso... é delicioso...

E eles ficaram ali, em pé e ela rebolando com suavidade. Ele abraçado a ela, quando suas mãos lhe acariciavam os seios e a buceta já úmida. Ela, com os braços suspensos, abraçava a cabeça daquele homem e, com o rosto virado para o lado, beijava e era beijada nos lábios, quando suas línguas se esgrimiam em feroz batalha.

E eles gemiam de prazer.

Isabel estava, mais uma vez, entusiasmada, feliz e super excitada pela habilidade e sensualidade daquele homem espetacular.

E ela, pela primeira vez, sentia uma sensação estranha, no entanto maravilhosa. Ela sentia que a caceta daquele homem, toda encaixada em seu rabo, latejava e ameaçava aumentar de volume, mormente na grossura. A sensação, além de inusitada, era inebriante.

Isabel deliciava-se.

- Sim, mulher! Te fodo gostoso sim, mulher de bunda gostosa.

De repente, o rebolar de Isabel, de suave, passou a acelerado e com movimentos de entra e sai. Seu cu, todo ocupado por aquele grande e delicioso caralho, iniciou um violento movimente de contrações nunca sentido antes.

- Miguel, macho divino, vou gozar...

- Sim, puta deliciosa, goza gostoso. To gozando também.

E os dois, em repentinas e repetidas contrações gozaram e, em uníssono gritaram de prazer para que toda Carapina pudesse ouvir e saber de suas felicidades.

Eram nove horas da manhã quando Miguel parou carro em frente da casa de Isabel.

REGIS BONINO MOREIRA
Publicado no Recanto das Letras em 06/11/2009
Código do texto: T1909423

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Sobre o autor
REGIS BONINO MOREIRA
Muniz Freire/ES - Brasil, 75 anos
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