Na fazenda do meu tio XXVII
Finalmente chegou o dia de eles irem embora. O engenheiro havia terminado o seu trabalho de avaliação da área e cálculo do material necessário para dar início a construção da piscina. Não haviam passado nem uma semana e euja sentia como se fôssemos velhos amigos. Começava a lembrar do primeiro dia em que eu e a sua mulher fomos arrumar seu quarto e acabamos rolando na cama cheias de tesão. A hora da janta, aquela gozada inesperada e disfarçada como ele metendo o dedo na minha buceta por debaixo da mesa. A trepada no curral. A gozada na caminhonete. Ele coemendo a dona da casa dentro do riacho...tudo isso ia ficar apenas na lembrança.
Antes de partirem o fazendeiro os convidou para irem ver a plantação que estavam fazendo. Eu tembém tinha curiosidade em saber o que eles faziam todos os dias quando saíam todos os dias, pela manhã bem cedinho. e pedi para ir também. O fazendeiro mandou selar mais um cavalo e saímos. O engenheiro montava um cavalo e levava sua mulher na garupa. Eu ia na garupa do cavalo da minha prima. Meu tio, montado numa égua, e seu filho ,montado em seu cavalo, seguiam na
frente. Ao nos aproximarmos do local ele foi nos mostrando o que iria ser daqui a mais alguns meses um grande milharal. Durante a semana eles haviam feitos os buracos em fileiras que se espalhavam por uma vasta extensão de terras. o passo seguinte seria ir colocando grãos de milho emn cada cova daquelas e fechá-las novamente. Depois esperar que os grãos germinassem e formassem uma fileira da pés-de-milho com grandes espigas.
Mas naquele dia não haveria trabalho. Ele nos truxera exclusivamente para conhecer o local, depois voltaríamos para almoçar e nos despedirmos do casal, que voltaria para a cidade a fim de contratar funcionários e voltar só quando fossem dar início à construção da piscina. Eu e minha prima saímos a caminhar pelos arredores. Ao passarmos por uns pés de milho, já desenvolvidos ela foi me explicando:
- Estás vendo? Vão ficar todos assim.
Foi até um deles, tirou duas espigas de milho, limpou-as tirando as primeiras folhas que a envolviam e me chamou:
- Vem cá...vou te mostrar como é que eu faço quando fico com tesão aqui...
Sentou, levantou a saia e levou a extremidade mais fina da espiga de milho à buceta, começando a esfregá-la, por dentro da calcinha... Esfregava e acariciava os peitos se contorcendo gostoso...Pegou a outra espiga e me entregou, falando:
- Vem...senta aqui de frente pra mim e faz o mesmo... vais ver como é gostoso...
Sentei e fiquei fgazendo os mesmos movimentos que ela estava fazendo. Era uma sensação gostosa demais...A espiga de milho tina uma extremidade larga e a outra pontuda, Funcionava perfeitamente como se fosse um consolo. É claro que se enfiássemos aquilo nas nossa bucetas íamos perder o nosso cabaço. Apenas esfregávamos gostosamente, bem no meio de nossa rachas, Não demorou muito e aquela sensação gostosa foi virando gozo. Caímos uma nos braços da outra e ficamos esperando o orgasmos chegar aos beijos e abraços, massageando os nossos seios e gemendo gostoso. Quando ele veio grudamos nossos corpos definitivamente um no outro e eu lhe falava gemendo de prazer:
- Ai priminha...que gozo gostoso...obrigada por mais esse momento...
josebr
Publicado no Recanto das Letras em 07/11/2009
Código do texto: T1909518
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