Texto

Na fazenda do meu tio XXVIII

                   Quando voltamos para nos juntarmos aos outros, aparentemente ninguém havia voltado ao nosso ponto de encontro. Havíamos marcado para nos encontramos em frente ao  pequeno acampamento, onde eles se protegiam da chuva e descansavam quando estavam trabalhando. Ela me disse que seu pai havia mandado fazer de uma lona resistente e bem grossa. Ao chegarmos mais perto, notamos que de vez em quando a lona se mexia. Minha prima pediu seilêncio, se aproximou e foi até um ponto onde havia um buraco, que era por onde o meu tio olhava quando estavam lá dentro, para ver como estava o tempo do lado de fora. Foi se chegando, aproximou um olho do buraco  e levou as mãos à boca, copmo quem diz: "Uaaaauuu"! Me chamou para mais perto e mandou que eu olhasse.
                   A mulher estava de quatro, e o cacete do meu tio entrava e saía suavemente de sua buceta. O engenheiro estava parado em pé de frente para ela, que chupava o seu cacete com um tesão insaciável. Sua boca o engolia todo, depois voltava à glane em movimentos ritmicos e suaves. Ele se contorcia de prazer, Nem haviam tirado a roupa. Eles apenas haviam botado o pau para fora e ela suspendido a saia, permanecendo de calcinha, que o fazendeiro havia arredado para meter-lhe a pica. Eu e a prima nos alternávamos diante do nosso observatório, enquanto eles metiam com vontade. Ja fazia algum tempo que o homem enfiava naquela buceta, quando ela tirou o pau do marido da boca e falou:
                   - Agora come meu cu, meu cauboi! Tira da buceta e bota no cu , que ele está com muita saudade dessa pica maravilhosa...
                   Meu tio prontamente atendeu ao seu pedido. Quando a pica começou a entrar no seu rabo ela começou a punhetar o marido e dentro em poucos segundos o gozo começou a chegar para os três. Quando notou que vinha o jato de leite quente, ela ela ficou agachada e ofereceu o rosto para receber as golfadas que saiam das duas picas.Ambas gozaram fartamente deixando-o todo lambuzado. Depois, cada um lhe deu um beijo na testa e o engenheiro falou para o fazendeiro:
                  - Quando nos visitares na cidade repetiremos essa foda tão gostosa...
                  Eu e a prima nos entreolhamos, como que a dizer: "Isso é amor antigo...".
                  Saímos dali depressa para não sermos notadas. E assim me  despedi do engenheiro e da arquiteta. Quando eles voltassem para fazer seu trabalho, provavelmente eu já não estaria mais na fazenda.

                 
josebr
Publicado no Recanto das Letras em 07/11/2009
Código do texto: T1909568

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Comentários
07/11/2009 01h08 - shusy
kd o primo? pq nao participou... malvados deixaram ele de fora desta foda.hahaha.

Sobre o autor
josebr
Rio de Janeiro/RJ - Brasil, 63 anos
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