Na fazenda do meu tio XXIX
Quando o meu tio viu que se aproximava a hora do almoço pediu que selássemos nossos cavalos para voltar para casa. Seria o almoço de despedida dos dois amigos. Cada um montou no seu cavalo, exceto o primo, que havia simplesmente desaparecido. Seu cavalo continuava amarrado no mesmo lugar onde havia deixado. Meu tio disse então que seguíssemos em frente e o deixasse pra lá. Ele seguiria depois. Não era a primeira vez que fazia isso. Gostava de cavalgar sozinho pelo caminho. Pedi ao meu tio para que me deixassem alí. Eu ia ficar perto do cavalo esperando e quando ele aparecesse voltaria com ele, sentada na garupa do seu cavalo. Foram embora e eu fiquei aguardando. Fiquei esperando um bom tempo e nada de ele aparecer. Então eu fui caminhando até o lugar onde estivera antes com a minha prima e foi alí atrás de uma moita que o avistei. Dormia a sono solto.
Acordei-o e ele se levantou esfregando os olhos. Perguntei-lhe o que tinha acontecido e ele me falou que estava nos espionando enquanto a gente brincava com as espigas de milho na xoxota e acabou adormecendo. À medida em que começou a relembrar notei que o seu cacete começou a crescer por debaixo da bermuda. Dei uma olhada enviezada e minha buceta começou a piscar. Olhou para mim com cara de pidão e disse:
- Prima, deixa eu botar o cacete na tua buceta, como estava fazendo com a espiga...Eu te prometo que não vou arrancar teu cabaço...
A essa altura eu já estava toda molhadinha, pedindo pica, e não tinha a menor condição de recusar um pedido daquele. Fez exatamente como falou. Levantou minha saia, botou o seu pau por dentro da minha calcinha, bem no meio da minha racha, e começou a esfregar. Era uma sensação maravilhosa. Bem melhor do que havia sentido com a espiga de milho. Aquela pica quente deslizando no meio da minha racha era outra coisa...Ela ia e voltava... ia e voltava., louca pra penetrar la dentro... Mas o meu primo segurava a onda para cumprir o prometido. Eu gemia nos seus braços, completamente entregue. Se fosse um mau caráter me penetrava toda...mas era de palavra. Era um sarro muito gostoso... Desabotoei os botões da blusa e os peitos pularam para fora. Ele começou a chupá-los com vontade.Chupava meu peito e eu pedia:
- Goza, priminho...goza na minha calcinha...enche ela de porra...quero sentir o leitinho escorrendo pelas minhas coxas...
Quando estava para gozar, tirou o cacete de dentro da minha calcinha e esporrou em cima dela. Os jatos a deixaram toda ensopada e começaram a escorrer pelas minhas pernas.
Ele então deitou-me na grama, tirou a minha calcinha e começou a cheirá-la e a chupar minha buceta. Dava uma cheirada na calcinha, e uma linguada na buceta. Me chupou e lambeu seu gozo até a última gota. Me fez gozar duas vezes seguidas. Quando nos levantamos dali eu estava bamba...toda mole...parecia que ia adormecer... Montei na garupa do seu cavalo, segurei firme no seu corpo e voltamos para casa.
josebr
Publicado no Recanto das Letras em 07/11/2009
Código do texto: T1909703
 | Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. |