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PRICILLA - A PROSTITUTA À PROCURA DE SANGUE!


      Priscilla estava feliz, tinha se vingado daquele moribundo que despedaçara sua pobre vida e agora podia dormir em paz. Mas ao cometer aquele assassinato, Priscilla sentiu um prazer diabólico nunca dantes tentado, ela mesclou sexo e morte e por isso despertou um demônio que habitava suas doces e cobiçadas entranhas morenas. Ápós aquele crime na qual ela soube se esquivar como ninguém. Ao deixar o defunto corrupto esvaindo-se  em sangue na cama luxuosa do motel em Sobradinho, a prostituta macabra pôs um disfarce para encobrir sua face perante o circuito interno de tv e por isso a polícia não achara nada de suspeito e até as impressões digitais que ela deixara na cena do crime foram milimétricamente limpas por ela e por isso não deixara nenhum vestígio seu e como um fantasma da ópera sumiu pelas coxias da vida.
         Priscilla precisava fugir de Brasília, ao deixar o motel naquele fatídico dia ela quase tentou fazer outro programa macabro com outro corrupto de plantão, mas desistiu na hora H e por sorte do infeliz, ela o dispensou feito um cão sardento. Priscilla iria para São Paulo, para tentar mudar de ares e tentar esquecer este "desejo maldito de sangue que se apossava dela". Ao embarcar no avião rumo paulicéia desvairada, Priscilla conheceu um jovem médico e logo passou a dar bola a ele. Nas conversas à bordo o doutor parecia um gentleman e isso fazia Priscilla esquecer um pouco de sua vida miserável. Em dado momento e sem saber que ela era prostituta, o doutor propôs a Priscilla uma pequena aventura sexual pelos ares. Eles entraram no minusculo banheiro do avião e começaram a se esfregar a tal ponto que o médico já estava quase gozando nas calças. Priscilla então pôs em prática sua tese de felação e levou o doutor ao extase total. Aquela bela jovem de 20 anos sabia com ninguém chupar uma rola. O jovem médico estava em plena loucura e então ele gritou:

- A Priscilla você chupa muito bem, parece até uma vagabunda que eu comi há uns anos atrás em Brasília. Pra falar a verdade, a coroa era bastante parecida com você e de repente poderia ser sua mãe.  - disse o louco médico meio torpe pelos 6 copos de Black Label que havia ingerido.

     Priscilla ao ouvir exdrúxula comparação, pôs-se a tremer de ódio e lembrou que certa vez, sua mãe em companhia do famigerado deputado, confessou ter tido um caso com um jovem médico de São Paulo e só desistiu dele porque ele era muito vulgar e odiava os pobres, pois era de alta classe e explorava a boa fé dos ignorante cobrando, mentindo e  receitando remédios errados a tal ponto de matar alguns pacientes, e como era rico, nunca havia sido punido pois a justiça humana era a coisa mais injusta que se pode ter notícia. Este tal doutor tinha um desejo por crianças e isso a mãe de Priscilla condenava e por isso separou dele. Ao relembrar deste episódio, Priscilla com ódio no coração fez emergir aquele demònio sanguinário de semanas atrás e com uma forte dentada, ela arrancou a glande do médico que ao tentar gritar foi sufocado por Priscilla que cuspiu a glande decepada dentro do vaso sanitário. A prostituta então sussurou ao ouvido agonizante do médico:

- Nunca mais tu vais bolinar com criancas ou vai matar seus pobres pacientes seu vagabundo covarde. - disse Priscilla enfiando uma pequena faca que ela trazia escondida em suas entranhas no pescoço do moribundo que agora amordaçado só soluçava lágrimas de terror e espanto ao reconhecer que encontrara desta vez uma pessoa que reconheceu o verdadeiro demônio que ele era. o moribundo talvez  se arrependendo de seus nefastos atos na hora da morte, o médico pediu perdão a Deus por seus atos libidinos e covardes e encerrou seus olhos em viagem para um tenebroso umbral na qual sua alma erraria por décadas à fio para pagar por seus pecados. Ao se levantar da cena criminológica, Priscilla com olhos de ressaca passou sua deliciosa vulva no sangue do moribundo e gozou fartamente sobre o cadaver de tal infeliz, imaginem a cena amigo leitor, uma bela morena nua em pelo se esfregando sobre um cadaver cheio de sangue. Ao deixar o banheiro após ter limpado tudo freneticamente, Priscilla escondeu o cadaver nas portas superiores do banheiro e levou um pouco de sangue para beber com whisky. Ao desembarcar no aeroporto de Guarulhos Priscilla foi perguntada se ela não havia visto um fidalgo jovem médico que sentara ao lado dela. Logico que a prostituta negou tudo e desceu a plataforma tranquilamente carregando uma frsco de sague. Priscilla descobrira seu lado vampiresco. Ao chegar no saguão de Guarulhos, a prostituta foi logo arrumando um cliente para satisfazer seu imenso apetite sexual. Ela pensou " só um rapida trepadinha para aliviar o stress". Seguiu direto para o motel com garboso atleta e ali eles transaram a noite toda. Priscilla não matou seu brinquedo sexual e após seis trepadas deliciosas, ela o mandou embora e ficou curtindo sua solidão com alcool, sangue e rock n roll. Ao som de Sisters of Mercy ela adormeceu para ir ter no outro mundo a paz que aqui ela jamais teria....
EDNEI FREIRES
Publicado no Recanto das Letras em 07/11/2009
Código do texto: T1910259
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Comentários
10/11/2009 20h59 - lilu
IMPRESSIONANTE ! ! ! Mas sabes que tu levas jeito pra esse gênero???? Olha que de repente tu podes estar sendo o próprio protagonista que a Priscilla 'detonou', hein???? rrrsss...

Sobre o autor
EDNEI FREIRES
Rio de Janeiro/RJ - Brasil, 36 anos
64 textos (2443 leituras)
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