Texto

Acidentado e seduzido no hospital

Eram 17:00 horas de uma sexta-feira, hora de sair do serviço e chovia a cântaros.
O pior não era isto. O pior era que eu estava de moto.
É claro que poderia tê-la deixado no pátio interno da firma (onde estaria bem guardada), mas e se o tempo firmasse no sábado ou no domingo? Estaria a pé no fim de semana.
Municiei-me de coragem, vesti o capacete, que logo embaçou, e saí na chuva.
Ergui o visor do capacete para enxergar melhor, mas os grossos e pesados pingos de chuva machucavam os olhos.
Mal havia andado três quarteirões, um Gol avançou o sinal, que para mim estava verde.
Apenas lembro que me vi voando no ar e de mais nada.
Acordei numa cama toda branquinha, num quarto todo branquinho, com um cara todo de branco prendendo meu pé direito numa geringonça ao pé da cama.
Dores por todo o corpo, ambos os braços enfaixados, o direito imobilizado completamente numa espécie de tipóia.
“Oi! Como está se sentindo?” – falou-me o cara de branco.
“Você sofreu um acidente de moto e fraturou a clavícula direita e a perna direita também!” – concluiu.
Só então pude observar que havia um ferro fino atravessando o meu pé de lado a lado e havia um peso puxando minha perna.
“Evite de se mexer na cama, pois só poderemos engessar sua perna quando estes ossos estiverem bem no lugar!” – falou.
“Onde está minha moto?” – perguntei.
“Isto não sei responder, mas logo ficará sabendo!” – respondeu, já saindo do quarto.
Meu plano médico me assegurava um apartamento privativo, o que naquela hora me pareceu ser ótimo.
Meu corpo me doía todo e a perna quebrada começou a doer cada vez mais.
Procurei a campainha e a apertei para chamar por socorro.
Em menos de um minuto entrou uma enfermeira toda de branco e me perguntou o que eu queria.
Falei-lhe que estava com muita dor na perna e que gostaria de ficar mais sentado na cama.
“Lamento, mas o senhor vai ter que ficar deitado assim mesmo como está, pois está com o tensor na perna quebrada! Quanto à dor, vou providenciar um analgésico! Já volto!” – respondeu.
Eu não tinha tido coragem de lhe falar, mas estava com a bexiga quase estourando e precisava urinar urgentemente.
Como urinar, se estava preso àquela cama?
Em segundos a enfermeira voltou, trazendo um comprimido num pequeno potinho transparente e um copo d’água. Pos o comprimido sobre minha língua e encostou o copo d’água em meus lábios, ajudando-me a tomá-lo.
“Moça! Por favor me desculpe, mas ... estou ... precisando urinar!” – falei enquanto meio que escondia minha cara da moça, cheio de constrangimento.
A moça pegou um vasilhame de inox, ergueu os cobertores e sem o menor constrangimento pegou meu pênis e o enfiou no gargalo do vasilhame.
Aliviei a pressão da bexiga e agradeci o favor. Ela sorriu e saiu do quarto, levando aquele vasilhame, que, depois descobri, se chamava “papagaio”.
Só então me dei por conta que estava sem roupas ali na cama, apenas vestido com uma espécie de avental grande, amarrado nas costas.
O comprimido fez efeito em pouco tempo e a dor foi sumindo, ao mesmo tempo em que caía no sono.
De madrugada acordei quando a porta do apartamento foi aberta e duas mulheres entraram e cochicharam uma com a outra.
Fingi que dormia e senti quando uma delas ergueu o cobertor bem devagar e ambas riram baixinho e logo depois saíram do quarto.
Fiquei uns quinze minutos quieto no meu canto e daí toquei a campainha, chamando a enfermagem.
Entrou uma daquelas que há pouco tinha estado no quarto com a outra.
“Eu preciso ... urinar! – falei meio constrangido.
Ela prontamente pegou o papagaio, ergueu os cobertores e achou meu pau já em meia ereção. Olhou para mim de soslaio, pegou-o com muito jeito, puxou o prepúcio (o que estranhei) e colocou-o no gargalo do papagaio.
Quando falei que tinha acabado, ela tirou o papagaio, colocou-o no chão, mas não me cobriu.
Curiosamente começou a arrumar a cama, esticando os lençóis, e olhava para meu pau toda hora, como se nunca tivesse visto um.
Sem que controlasse aquilo, ou mesmo quisesse controlar, meu pau foi latejando, latejando, latejando, e se erguendo numa ereção doida e tesuda.
A enfermeira acompanhava aquilo tudo com os olhos fixos nele.
Foi até a porta do apartamento, abriu-a um pouco, espiou para ambos os lados do corredor e tornou a fechar a porta, voltando para a cama.
Olhou para mim, sorriu enigmaticamente e agarrou meu pau com carinho e firmeza e começou a masturbá-lo lentamente.
Aos poucos o tesão foi tomando conta de ambos, pois nossa respiração se tornava entrecortada por gemidos de prazer.
Ela se reclinou sobre mim e enfiei minha mão esquerda nos seus seios e os fui tirando para fora do seu uniforme.
Ela tremia de excitação e provavelmente de medo também.
Puxei-a mais para perto e comecei a mamar naqueles seios gostosos, enquanto sua mão não parava de masturbar meu pau já escorrido de tesão.
Parei de mamar em seus seios e beijei sua boca quente, que de imediato me brindou com uma língua gostosa de se chupar.
“Chupe ele, amor!” – falei com receio.
Ela olhou em meus olhos por uns segundos e, em seguida, abocanhou-me a glande, iniciando o que talvez tenha sido o melhor oral que já senti em toda a minha vida.
Que mulher gostosa! Nossa! Quase morri de tesão naquela hora.
Ela massageava meus ovos com uma mão, acariciava meu pau com a outra e o chupava com força e determinação com uma boca quente e forte.
Em pouco tempo minha respiração se acelerou ao máximo e meu pau quase dobrou de grossura na sua boca e gozei forte, despejando seguidos e fartos esguichos de sêmen em sua garganta.
Ela continuou a chupar mais brandamente até que meu pau brochasse completamente. Lambeu ele gostosamente, como se o estivesse secando e depois me ajeitou as cobertas.
Sorriu para mim e fez sinal como se fechasse a boca com um zíper. Entendi que estava me pedindo segredo do que ocorrera. Assenti com os olhos e confirmei meneando a cabeça.
“Durma bem!” – falou enquanto apagava a luz e saía do quarto.
Tentei dormir, mas aquela posição, de barriga para cima, preso pela perna, não ajudava em nada. Não conseguia me ajeitar. Ora o travesseiro estava muito alto, ora muito baixo. Se me mexia, me doía o ombro direito, e assim por diante.
Devo ter cochilado uma meia hora, ou algo mais, quando novamente ouvi a porta sendo aberta.
Desta vez não acenderam a luz. Em segundos a porta foi novamente fechada e pensei que apenas tinham espiado para ver como eu estava.
Quando já tentava dormir de novo, senti que não estava só no quarto.
Por sobre a porta havia uma pequena clarabóia, através da qual entrava um pouco de claridade vinda do corredor, de forma que me foi possível vislumbrar uma silhueta parada junto à cama, em completo silêncio.
Fingi que dormia, mas espiava o que dava para ver por uma frestinha dos olhos.
Logo senti uma mão entrando por baixo dos cobertores e pousando sobre meu pau que estremeceu ao contato.
Só podia ser uma daquelas duas, que tinham entrado no quarto anteriormente, enquanto eu fingia que dormia, e que riram olhando para meu pau.
Ela deixou a mão quieta sobre ele, como se quisesse aquecê-lo com o contato, ou receber dele o calor que necessitava naquela hora.
Em segundos a excitação novamente me dominava e a ereção aconteceu latejante.
Neste momento ela o agarrou e puxou o prepúcio, fazendo com que a glande soltasse um pouco de visgo que escorreu para sua mão.
Ela notou a umidade pegajosa e logo começou a masturbar meu pau lenta e gostosamente.
“Que eu saiba – pensei – meu plano de saúde não cobre este tipo de tratamento!”.
Como ela estava parada no meu lado esquerdo, estendi meu braço e pousei minha mão sobre um dos braços dela e a atraí para perto de mim.
Ela se reclinou sobre mim e procurou minha boca no escuro.
Nossos lábios e nossas línguas se acharam e o clima esquentou. Em segundos os seus seios já estavam para fora do uniforme e sendo sugados esfomeadamente.
Logo gemíamos ambos e notei que ela enfiara a mão para dentro do uniforme e se tocava gostosamente, no mesmo ritmo em que me masturbava.
Afastou seu rosto de mim e logo começou a me chupar com força. Ela abria bem a boca para poder respirar enquanto chupava e gemia ao mesmo tempo.
Quando notei que ela começava a gozar, liberei minha concentração e em segundos enchi aquela boca quente com o meu leite, mais aguado agora, neste segundo gozo quase que em seguida.
Assim como a primeira, chupou sem parar até meu pau amolecer, o lambeu e me cobriu com os cobertores.
“Durma bem, amor!” – falou e saiu do quarto, deixando-o no escuro.
Nos 8 dias que fiquei hospitalizado fui seduzido daquela mesma forma um sem número de vezes.
Eram sempre as mesmas duas enfermeiras. Alternavam-se na sedução, deixando-me super calmo e relaxado, quase nem me lembrando da desgraça que me havia colocado naquele hospital.
Nunca gozei tanto em oito dias como naquela época.
LeaumDaMetro
Publicado no Recanto das Letras em 25/07/2007
Código do texto: T578368

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Comentários
16/09/2007 15h11 - FLORDOAMOR
Adentrei, a porta estava aberta...Parabéns pelo plano de saúde, parabéns pelo tratamento vip...Risoss. Parabéns pela narração, excelente!
30/07/2007 23h22 - TILLER
Muito bom texto.Qual o nome do hospital? Abraço
28/07/2007 15h18 - Auricélia Oliveira
Tratamento vip esse não? Rsrsr Você é ótimo!

Sobre o autor
LeaumDaMetro
Campinas/SP - Brasil, 60 anos
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