A Desconhecida
Queridos leitores, posto hoje o texto de um amigo. Segundo ele, foi uma das melhores aventuras que viveu! Então compartilho com vocês, esperando que gostem! Bjs!!!
Como bom viajante que sou, cheguei naquele interior lá pelas dez da manhã e fui logo procurar a pessoa me guiaria no meu trabalho, pois tinha muito o que fazer e precisava terminar logo para voltar a capital no outro dia.
Na hora do almoço, no restaurante de D. Socorro, mulher faladeira e ótima cozinheira, encontravam-se as pessoas que iam a serviço pro tal município e lá eu encontrei, já sentados à mesa, três pessoas a comer e conversar, tudo ao mesmo tempo, o que me chamou muito a atenção, pois eram duas mulheres lindas e um rapaz as acompanhando. Uma delas, morena de pele clara e cabelos cacheados, me fitava de vez em quando, o que me deixou muito ansioso por lhe falar.
Terminamos todos quase ao mesmo tempo o deguste e eu me dirigi ao alpendre do restaurante para um pouco de prosa e tomar um vento fresco com os amigos que lá também estavam. A razão dos meus olhares ainda permanecia no recinto do restaurante, mas os seus amigos já estavam no alpendre e comiam, de sobremesa, uma manga rosa, típica da região, da qual me ofereceram um pedaço, oportunidade que eu jamais deixaria passar, mesmo que já estivesse empanturrado, pois seria a melhor maneira de me aproximar do meu objeto de desejo. Aceitei o oferecido e logo puxei conversa com o casal, perguntando-lhes de onde eram e o que faziam ali. Eles disseram ser vendedores de colchões ortopédicos e que tinham um estabelecimento comercial em uma cidade a 60 km dali. No que conversávamos, a morena chegou e entrou na conversa, meio tímida, porém decidida a saber o que eu fazia ali e se ia ficar para dormir naquela cidade. Perguntei-lhe seu nome e ela prontamente me falou que se chamava Olga. Conversa vai conversa vem, combinamos de nos encontrar na outra cidade de onde todos eles eram, e lá pela seis da tarde, tendo eu terminado o meu trabalho, dirigi até lá e me hospedei em um hotel perto do lugar que nos encontraríamos. Era um barzinho bem freqüentado e procurei um lugar estratégico para que pudesse ver quando Olga chegasse.
Ela chegou acompanhada de mais duas pessoas, o que me deixou meio confuso, pois tínhamos combinado que seríamos só nós dois. Notei certa distancia da parte de Olga e fiquei me perguntando por que ela havia se insinuado tanto e agora tinha recuado. Tentei por várias vezes que ela se chegasse e não obtive sucesso, ficando muito puto com a história. Uma das pessoas que a acompanhava era a sua cunhada, moça de seus vinte e quatro anos mais ou menos, e que passou a conversar animadamente comigo, com se eu a conhecesse há muito tempo. Falou do seu casamento e contou que seu marido não a fazia feliz, sendo um homem bruto e sem qualquer tipo de amor. Disse-me que fazia sexo como um animal e que não a satisfazia. Em dado momento, essa casadinha começou a roçar suas pernas nas minhas, fato que me deixou excitado, pois era uma loira de corpo escultural, seios médios e, apesar de 2 filhos, duríssimos. Observava sua buceta desenhada na calça colada, o que ela fazia questão de mostrar-me, porém como o bar estava cheio e as outras pessoas estavam na mesa, eu ficava impossibilitado de agir mais ousadamente. Continuamos naquela sacanagem de esfregação de pernas e de vez em quando eu chegava com a mão perto daquela racha enorme e sem mais me preocupar com Olga ou qualquer outra pessoa. Em um dado momento, chegaram duas pessoas na mesa e uma delas era um amigo que eu tinha conhecido na capital e que morava naquele interior. A outra era amiga de Olga e trabalhava no mesmo local que ela. Éramos agora sete pessoas e eu já estava todo melado só de pensar em como aquela buceta da loura estava doida por um consolo de pica.
A amiga de Olga conversava animadamente com meu amigo e eu já planejava sair pra outro lugar mais tranqüilo. Sugeri que saíssemos dali e prontamente fui atendido por todos, inclusive Olga, que já não ligava mais para mim. Foi sugerido uma pizzaria ao longo da mesma rua do bar mas, segundo todos, era mais tranqüila e tinha uma musiquinha para ouvirmos. Quando lá chegamos, a loira se acomodou bem perto de minha cadeira e como sempre deixou sua linda buceta delineada na calça à mostra, ficando eu mais louco de tesão. A Olga desapareceu e a amiga dela, Irene, mulher meio magra, de cabelos compridos e lisos e seios pequenos, com um corpo bem definido e uma bundinha linda, não tinha se dirigido a mim por mais que duas vezes e eu, louco pra continuar na sacanagem com a loira, também não tinha puxado conversa.
Tínhamos ficado no 2º piso, era muito mais tranqüilo e ali pude, por baixo da mesa, sentir aquela buceta maravilhosa da loira que já estava completamente molhadinha e sedenta de rola. As outras pessoas, inclusive meu amigo, foram embora, deixando a loira e Irene sozinhas comigo. Batemos ainda uma meia hora de papo e Irene me fez uma série de perguntas, o que impossibilitou de continuar com a sacanagem por debaixo da mesa com aquela loira gostosa. Depois de um bom tempo, lá pela meia-noite, a Olga reapareceu e disse que tinha encontrado o namorado, pedindo desculpas e já falando em ir embora. Quando disse isso, eu fiquei muito puto, pois não tinha ficado com ela e nem ia ficar com a loira, em razão de ter vindo com Olga. Nos despedimos e a Irene me perguntou de supetão: você ta com pressa? Já vai dormir? Eu fiquei meio confuso, mas respondi que não e então ela me convidou para tomarmos mais algumas em um bar muito especial, com ótima música e tranqüilo. Tudo bem, respondi, e já pegando a chave do carro.
Chegando lá, a Irene começou a falar da sua vida e que tinha um namorado que estava em outro estado, trabalhando, e que só viria vê-la daqui a alguns meses. A conversa estava animada e eu já estava olhando a Irene com outros olhos, e disse comigo mesmo: que magrinha gostosinha e boa de fuder! Então lá por volta das 1:30 da manhã sugeri que fossemos embora, pois tinha que viajar muito cedo, o que ela aceitou de pronto. Ela morava a 4 km de onde estávamos e no caminho só falava neste namorado, o que já tava me deixando puto. Em um dado momento eu parei o carro e, sem pestanejar, a puxei para mim e dei-lhe um beijo, no que ela agarrou-me com toda força. Não foi preciso falar mais nada e ficamos naquela estrada, dentro do carro, a nos beijar e acariciar um ao outro. Eu, com a sacanagem da loira, já estava todo melado e sugeri que fossemos a um motel, pois ali ficava perigoso. Irene retrucou e disse que iríamos para sua casa, pois morava somente com uma pessoa, e que adorou ficar dentro do carro.
Tinha começado a chover e ficamos debaixo do alpendre de sua casa, mas dentro do carro. Meu pau já estava duríssimo e ela já acariciava-o com suas mãos macias.. Seus seios eram dois pequeninos pedaços de tentação e eu os chupava como um bebê desmamado; como Irene ainda tava de calça, procurei tirá-la e ela se deixou despir completamente, mostrando aquela bucetinha maravilhosa com uma penugem que me deixou maluco de tesão. Não falávamos nada e eu alem de chupar seus peitinhos durinhos também bolinava aquela grutinha melada e doida de tesão. Nos beijávamos e as mãos de ambos percorriam todo o corpo. Como ela era leve, podia colocá-la em várias posições confortáveis para que pudesse chupar sua bucetinha e bolinar seus peitinhos. Irene gemia de prazer com minha língua lambendo seu clitóris e pedia mais e mais, que queria gozar muito, pois o seu namorado não ia chegar tão cedo. Ficamos de todo jeito dentro do carro e eu já não agüentando mais a pressão do tesão, a coloquei sentada de frente sobre mim e enfiei o pau, que é de tamanho normal, na sua buceta meladissima, fazendo com Irene suspirasse de prazer, e continuei a chupar seus seios de biquinhos bem durinhos. Gozamos muito e ficamos inertes por um certo tempo, pois a vontade não nos deixou parar.
Irene saiu de cima de mim e ofereceu a buceta em posição estratégica, para que eu a tocasse e lambesse novamente. Começamos tudo de novo e ai ela veio com aquela boca de veludo e com maestria chupou avidamente o meu pau, deixando-o em ponto de bala novamente. Chupava com muita satisfação e ofereceu o cuzinho pra que eu o bolinasse, rebolando mais e mais com minhas dedadas. Quando perguntei-lhe se queria que gozasse na sua boca, ela balançou a cabeça sem soltar o pau , engolindo e soltando, num vai vem frenético, mas resolvi que queria gozar só depois de muita sacanagem e fiz com que ela o tirasse da boca e o colocasse na sua racha melada, esfregando no grelo e entre os grandes lábios. Irene gemia e dizia que queria gozar e gritar de prazer, no que lhe atendi prontamente. Depois de muita chupadas de buceta e de rola, abaixei o encosto do banco e a deitei com os calcanhares sobre o acento, tendo assim uma visão maravilhosa da buceta de Irene bem aberta e esperando para ser fodida na expressão da palavra. Penetrei-a e o meu pau se sentiu infinitamente agradecido por aquela buceta ávida de sexo e completamente dele, pelo menos naquela hora. Gozamos muito e agradecemos um ao outro por aquele feliz encontro totalmente desprogramado.
Ainda fui várias vezes aquele município e várias vezes nós tornamos a foder, agora em seu quarto e em uma cama, porém nunca foram iguais àquela primeira vez em que sem nem nos conhecermos direito nos entregamos ao prazer e as loucuras que só o tesão faz. Ah! Agradeço a Olga esta foda maravilhosa, pois se não a tivesse conhecido, talvez até hoje Irene não teria sido minha.
Comandante Nemo.
Karyna Sereia
Publicado no Recanto das Letras em 15/05/2008
Código do texto: T990242
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