Desejos de Adolescente - Que babá!!!
Meu nome é Juliano, tinha dezesseis anos na época, e vou contar – em duas partes – sobre a ex-babá da minha irmã.
Meg era muito nova, e meus pais trabalhavam, o dia todo na empresa deles, por causa disso, eles tiveram que contratar uma babá.
Mas não contrataram uma babá qualquer, meus pais contrataram a babá mais gostosa que se possa imaginar: Valéria era alta, tinha seios enormes e pernas grossas, cabelos negros longos e cacheados. Até com o seu informe fechado do pescoço ao joelho, ela continuava sexy. Durante um mês inteiro, eu apenas a observei.
Certa dia, num sábado, meus pais avisaram que precisariam viajar no fim de semana só voltariam na Segunda-Feira à tarde. A babá, portanto, teria que pousar em nossa casa durante estes dias, já que minha mãe não poderia levar minha irmã, que contava ainda com pouco mais de ano.
Eu achei uma boa ter a Valéria como hóspede. Poderia até tentar alguma coisa. No inicio da noite, foi tudo maravilhoso. Principalmente quando vi aquele corpo nu debaixo do chuveiro pelo buraco da fechadura.
Depois disso piorou. Por volta das dez horas da noite, a campainha tocou, e era... adivinhem... o namorado da babá. Eu não sabia desse tal Fernando. Com o cara do lado, ficava mais difícil tentar alguma coisa, e sem chance de conseguir, eu desisti e fui dormir.
Passada algumas horas, eu acordei de repente. Eu tinha ouvido um som fino e agudo vindo de baixo. Eu já havia ouvido som antes, mas apenas em filmes. Olhei pro rádio-relógio: 01:00 – uma hora da manhã.
Levantei de devagar e saí para o corredor descalço, para não fazer barulho. Conforme eu avançava os sons abafados ficavam mais altos e entendíveis. No topo da escada que dava no hall, já ouvia perfeitamente os sussurros e suspiros e sabia o que encontraria se descesse. Por isso mesmo, eu desci.
Sentado no último degrau da escada, e inclinando um pouco o corpo para a frente, eu poderia ver a sala, logo ao lado do hall. Os dois estavam de costas para mim, e não podiam me ver, enquanto eu me deliciava com a cena. Um abajur, do lado oposto da sala, iluminava fracamente os amantes noturnos.
Valéria estava dobrada sobre o encosto do sofá, imprensada pelo namorado. Seus enormes seios balançavam a cada movimento dos dois, suas mãos apertavam e arranhavam o sofá. Sua saia rodada estava levantada às suas costas, enquanto o namorado estava todo pelado, e metia ardorosamente em sua enorme bunda, apertando as ancas de Valéria com o mesmo ardor que ela arranhava o sofá. As vezes, ele levantava o corpo dela – continuando sempre a imprimir a sua virilidade sexo adentro – de modo que suas mãos passavam das ancas para os seios carnudos e rijos, e sua boca ou devorava o pescoço da babá ou sussurrava palavras eróticas e obscenas no ouvido dela.
Numa destas vezes, ele começou a ir mais forte, a dar tão fortes estocadas que empurrava Valéria e o sofá uns centímetros para a frente. Seus movimentos furiosos, foram correspondidos por ela, que perdeu toda a noção de tempo e lugar, e não se importava mais em fazer barulho. Ela gritava:
— Mais forte, mais, mais, maaaaaaaais...
Ele se atiçava com seus gritos de prazer e ia mais e mais forte, e mais rápido, num ritmo, que não poderiam agüentar muito tempo. Percebendo isso, ambos usaram suas últimas forças para chegar ao clímax. E então, duas gritos iguais vararam a noite:
— AAAAAAHHHHHHHHH!!!
Então duas vozes ofegantes absorviam grandes sorvos de ar, como que para voltar a viver. Ambos desabaram no chão, sem forças, a fraca iluminação do abajur, eu puder ver seus sorrisos de alegria – ou melhor, de orgasmo – nos rostos. Ambos gozaram.
Depois dessa transa alucinante, ele começou a falar sobre tomar um banho e ir embora. Ela queria tomar o banho junto com ele, para ficarem mais uns momentos juntos. Nessa hora eu corri, silenciosamente, pro meu quarto e fingi dormir por um tempo. Quando ouvi que os dois estavam debaixo do chuveiro, eu pude, finalmente, empurrar a coberta pra um lado, e repassar toda aquela cena, só eu e meu pênis.
continua...
Lady Vivi
Publicado no Recanto das Letras em 16/05/2008
Código do texto: T991520
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