" Der Garten der Ungläubigkeit " ( O Jardim da Descrença )
Le jardin Noir et Fleuri de l'Incroyance....
J'entre et vois Schopenhauer qui Gentil me sourit,
Je qui Vérité dans son évangile j'ai vu,
Depuis que le monde me a destiné son Aversion ;
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- In der Trost am leistungsfähigsten in allem Unglück, in allem Leiden und andere beobachten, die noch unglücklicher sind von, was: das ist zu jedem möglich. Aber was es Resultate dieses in Beziehung zu allen? Wir scheinen die Schafe, zum auf Gras zu spielen, während der Metzger bereits dieses, zum ein oder anderes ein mit dem los zu wählen, folglich in unseren guten Zeiten wir wissen nicht, dass Unglück genau sich jetzt der Bestimmungsort in ihm, Krankheitverfolgungverarmung-Verstümmelungsblindheit vorbereitet und Tod, etc.-Geschichte in der Probe das Leben der Völker und nichts, die es, um findet der Krieg und Aufstände nicht zu sein, die in ihnen erklären; die Jahre des Friedens in ihnen scheinen nur kurze Pausen, zwischen Taten, eine Zeit hier eine andere dort. E auf gleiche Art, die das Leben des einzelnen e man es kämpft, fährt fort, um nicht nur metaphorisches für alles Teil zu setzen findet Konkurrenten, Leben im konstanten Kampf und stirbt an den Waffen in der Faust.
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J'ai étreint et amer esprit sourit ,
Il a lu mon esprit, tout que j'ai passé depuis ressort,
Et j'ai accepté tranquillement,
Tout ce qui j'ai perdu.
Paris12 /3 1908
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traduçao:
- O jardim Negro e Florido da Descrença...
Entro e vejo Schopenhauer que Bondoso me sorri,
Eu que Verdade em seu evangelho vi,
Desde que o mundo me destinou sua Mal-querença;
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- o consolo mais eficaz em toda infelicidade ,em todo sofrimento ,e observar os outros,que sao ainda mais infelizes do que nos:isto e possível a cada um.
Mas o que resulta disso em relação ao todo?
Parecemos carneiros a brincar sobre a relva ,enquanto o açougueiro já esta a escolher um ou outro com os los ,pois em nossos bons tempos não sabemos que infelicidade justamente agora o destino nos prepara-,doença perseguição empobrecimento mutilação cegueira e morte,etc .
A historia nos mostra a vida dos povos ,e nada encontra a não ser guerra e rebeliões a nos relatar ;os anos de paz nos parecem apenas curtas pausas ,entreatos ,uma vez aqui outra ali.
E de igual maneira a vida do individuo e uma luta continua ,porem não somente metafórica por toda parte ele encontra opositor ,vive em constante luta ,e morre de armas em punho.
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Abracei o e amarga mente sorri ,
Ele leu a minha mente ,tudo que passei desde nascente ,
E aceitei tranqüilamente ,
Tudo aquilo que perdi .
Paris12 /3 1908-
Claude Forgeron du Saints
Publicado no Recanto das Letras em 13/05/2008
Código do texto: T987943
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