Um ensaio por segundo
Como disse estou treinando para ser escritor, sei que tal profissão só da prestigio para os mais talentos, mas escrevo por amor não por dinheiro, gostaria que mais pessoas escrevessem mais seus sentimentos, não meros contos ficcionais.
A arte e a poesia são as declarações mais sinceras de amor por isso o escritor deve amar a escrita não fazer dela um esconderijo, temos que pensar na arte de escrever como uma segunda vida.
O nosso espírito falando diretamente com nós mesmos, a escrito tem que ser bem sincera e pessoal nã deve ser arrogante, é uma arte em seu estado puro, não tem explicação, não saberia dizer o que sinto pela escrita.
Quando penso em alguma ideia já pego no ar como se fosses uma bola vindo em minha direção.
A critica não me aborrece, os críticos ajudam mais a vermos erros que não queremos ver, para que ser perfeito, a perfeição já seria um erro em um mortal, os mais perfeitos são os que mais sofrem em nosso mundo de imperfeição e brutalidade.
Uma verdadeira perfeição é o amor, a saudade e a tristeza fora isso nós se enganamos nossos verdadeiros sentimentos, a falsa perfeição são nossos instintos de superioridade.
Talvez devemos pensar melhor em tudo que fizemos, não acreditar que não temos falhas, teremos força para vencermos nós mesmos, esquecendo tudo e lembrando de tudo, seguiremos nosso caminho, nossa paz e nossa justiça.
Aquilo que foi dito, não foi escrito, aquilo que escrito, não dito....
Mauro Bandeiras
Publicado no Recanto das Letras em 05/11/2009
Código do texto: T1907271
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