Lúcia Constantino
Novato

Mensagens: 4
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« Resposta #15 em: 04/Jan/09 11:47 » |
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Maravilhosa a sua página, histórias encantadas ---ainda não li todas, mas voltarei, Elisa. Parabéns por esse amor maravilhoso aos animais, que compartilho de todo o meu coração, e aqui fica o meu mais profundo apreço à poetisa e escritora. Beijos.
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Elischa Dewes
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« Resposta #16 em: 11/Jan/09 15:57 » |
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Maravilhosa a sua página, histórias encantadas ---ainda não li todas, mas voltarei, Elisa. Parabéns por esse amor maravilhoso aos animais, que compartilho de todo o meu coração, e aqui fica o meu mais profundo apreço à poetisa e escritora. Beijos.
Agradeço, querida Lúcia. Amo quem ama os nossos amiguinhos animais!
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« Última modificação: 16/Fev/09 19:53 por Elischa Dewes »
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Elischa Dewes
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« Resposta #17 em: 16/Fev/09 19:52 » |
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O Avestruz brincalhão.
Certa noite um amigo Trouxe-nos um presente, Era um filhote, lhe digo, Com ferimento recente.
Encontrou-o na estrada Bem ao sul de Santa Cruz, Com sua perna quebrada, Um filhote de avestruz.
O chamamos de Emílio, Era magro e muito feio Mas precisava de auxílio E encontrou em nosso meio.
Logo se fez curativo Fechou-se o ferimento, E Emílio, muito vivo, Piou pedindo alimento!

Breve sarou e cresceu Tanto em tão pouco tempo Que nem trabalho nos deu, Até servia de exemplo.
Para que recuperasse Das pernas, o movimento, Era bom que ele fizesse Na piscina, treinamento.
Iniciou sua natação, A nadar e mergulhar E da piscina, depois de são, Decidiu não se afastar!
Logo estava medindo Dois metros, ou mais isso, E, de casa se sentindo, Em objetos dava sumiço.
Numa varanda, dormia Entre plantas, afastada, E era grande sua alegria Ver a 'tralha' acumulada.
Das árvores, ele colhia, Ramos novos bem recentes E com eles construia Enorme ninho, entrementes.

Também recolhia as roupas Coloridas, do varal, E assim ele ia deixando Sua casa "bem legal!"
Se sumia um chapéuzinho Ou o tênis da janela, Era só procurar no ninho Do nosso amigo magrela.
De baratas, à espreita, Andava antes de dormir E acordava satisfeito Pronto pra se divertir!
Era só no que pensava, E em nossa hora de café, As arrumações espiava Atrás da parede, em pé.
Quando a mesa estava posta E o café tinha o começo, Dava um puxão na toalha Virando tudo do avesso!
Mas que começo de dia! Era nossa exclamação! E logo Emílio fugia Com a toalha no bicão!

E nela ele tropaçava Caindo aos trambolhões! Fazendo-nos esquecer Todas as reclamações!
Pois era muito engraçado Ve-lo de pernas pro ar, Da toalha, toda em tiras, Tentando desvencilhar!
Assim passavam os dias Com o Emílio brincalhão, Que à noite, continuava Na piscina a animação!
Elïscha Dewes (história verídica)

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Elischa Dewes
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« Resposta #18 em: 11/Mar/09 00:03 » |
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_Jack Segundo_
Havia um cãozinho em casa Que adorava beber vinho, Na hora das refeições Já sentava bem pertinho.
Se lhe alcançasse um pedaço De carne ou de batata, Comia e achava um jeito De, na taça, pôr a pata.
Certa vez, no fim do almoço, Dei-lhe as sobras do vinho, Bebeu tudo, o cão bom moço, Pra logo cair durinho!
Eu pensei que depois dessa , De vinho, fosse enjoar. Mas qual o quê, adorou! Olhe o que fui aprontar!
Seu nome, Jack Segundo, Ainda não lhes contei? Isso foi há muito tempo, Da lembrança até tirei.
Foi num sete de Setembro Num churrasco que fizeram. Aniversário em família E um bom vinho trouxeram.
Jack, claro bebeu junto, E ao rio, foi água tomar, Se entusiasmou, creio eu Entrou e se foi a nadar!
Entrou na água e foi sempre! Ninguém conseguiu alcançar, Todo esforço nós fizemos, Mas conseguiu se afogar.
O dia ficou marcado E toda graça, sumiu. Pois o nosso velho Jack Era um cãozinho gentil.
Gentil, mais meio maluco, Inda lembro, pode crer: Entre um osso e uma pedra, Preferia a pedra roer!
E tinha delas, um monte! Escondido atrás do coqueiro. Caso deixasse, roia Pedras o dia inteiro!
Não! fome não era. Pois tinha o melhor de tudo, Roía para brincar, Aquele cãozinho cascudo!
Mas com certeza ele foi Sorver um vinho no céu. Jack era mui especial! De se tirar o chapéu!
Por _Elïscha Dewes_

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« Última modificação: 11/Mar/09 01:13 por Elischa Dewes »
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Elischa Dewes
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« Resposta #20 em: 30/Jun/09 15:03 » |
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Gambá de estimação II Verídica

De Vitor, estão lembrados? Aquele pequeno gambá? Depois de tempos passados Por aqui ele ainda está!
Cresceu forte e o seu pelo, Foi mudando, escureceu. E ele o trata com zelo, Está preto como breu.
Algumas listas mais claras O fazem charmoso, lindo! Suas fugidas são raras E passa os dias dormindo.
Outro dia, à tardinha, Trouxe um amiga pro lanche. Mas comeu tudo sozinha E não teve outra chance,
O rapaz ficou furioso E correu com a pobre daqui. Ficou bravo, mui sestroso Resmungando por aí.
Bastou dar-lhe uma banana Que aos poucos foi-se acalmando. Logo coçou a barriga E em seu canto foi sentando.
Música alta o irrita, Se encolhe e cobre a orelha. Geme baixinho, faz 'fita' Zumbindo igual uma abelha.
Nas noites frias se enrola Na poltrona junto aos gatos, Ou entra numa sacola Que já lhe assumiu o formato.
Mais notícias lhes trarei, Pois a história vem e vai. Por hora, baixinho direi: Acho que será papai!
_Elïscha Dewes______________ Leia a primeira: " Gambá de estimação"

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Elischa Dewes
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« Resposta #22 em: 20/Set/09 21:31 » |
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_Gata branca________ Por Elïscha
Gata branca, da janela, És visão de pura paz! Nas rendas da bambinela, És o encanto que me apraz!
E essas fitas, da arruela, Que tua cauda leva e traz... Gata branca, da janela, És visão de pura paz!
Veja as frutas da gamela, Sentem tal inveja, assaz, Deste tom, que na aquarela, Todos outros tons desfaz,
Gata branca da janela...!
Elïscha Dewes__________ ilust. Olhares
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Carlos Mambucaba
Novato

Mensagens: 15
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« Resposta #24 em: 05/Nov/09 17:35 » |
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A VIAGEM DE OURO
Muitos nos acham gostosa! Tem tantas por terra há fora... Tem da terra também! D’água, prata, maçã, nanica e ainda dizem que tem muitas outras qualidades... Me chamam de ouro não sei porque? A gente é levada pra todo o mundo e somos apreciadas em todos os lugares! Viajamos de caminhão, de navio e até de avião... É... Parece que somos importantes... Quer saber como sabemos de tudo isso? Sempre aparecem uns homens de facão na mão e levam um monte da gente embora! Quase todos os dias isso acontece, depois ficam nos olhando, como se procurassem mais alguma coisa! Quando eles param pra descansar, ficam conversando é nessa hora que ouvimos tudo, até sabemos os nomes deles... Um barbudo chamado Dirceu, disse essa manhã, que estávamos quase prontas, acho que é pra viajarmos... Eles falam que o nosso potássio, deixam os ossos fortes! Que somos boas para as crianças, idosos e atletas! Parece que somos mesmo de muito valor! E por falar em viagem... Quero ir de primeira classe! Nada de aperto! Às vezes fico irritada, por me ver grudada em tantas! Deve ter aqui mais de cem! De manhã cedinho, vem um monte de passarinhos nos bicar, fazem buracos em um monte de nós! Não demora, vão querer fazer a mesma coisa em nosso cacho! Tomara que os homens de facões nos socorra há tempo! Viajar deve ser muito bom...
Carlos Mambucaba
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