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Karinna
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« Resposta #300 em: 16/Ago/09 20:11 » |
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Manhãs*
Amanhece o Amor nos abraços Como em versos dourados, sem cansaços É bela a manhã amorosa Perfumes alaranjados de sóis, em prosa E a poesia se faz no ardor suave do toque da candura No alvorecer desse desejo morno de ternura É mansa a manhã nos carinhos Cada acordar é uma entrega de caminhos.
Karinna.*
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Edgar Quintarelli
Membro Jr.
 
Mensagens: 69
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« Resposta #301 em: 16/Ago/09 20:27 » |
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Desejos
Quero a palavra desdita em noite de duvidar. Quero a letra inteligente a combinar de repente com música que é sem par...
Edgar Quintarelli
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Autenticado
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Karinna
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« Resposta #302 em: 16/Ago/09 20:32 » |
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Repentes*
anseio esse verbo escondido no castanho debruado de ouro, esculpido em estanho improvisado na alma pronunciado no olho feroz tal lança afiada sussurrante tal sopro...
Karinna*
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Mariah Bonitah
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« Resposta #303 em: 16/Ago/09 20:34 » |
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Desejos
Quero a palavra desdita em noite de duvidar. Quero a letra inteligente a combinar de repente com música que é sem par...
Edgar Quintarelli
Perfeito!
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Mariah Bonitah
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« Resposta #304 em: 16/Ago/09 20:42 » |
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Catarse Mariah Bonitah
Um retomar rebuscar revirar refazer reviver
Um procurar No vasculhar O conhecer-se E reparar E relembrar
Um questionar assumir respeitar-se levantar sacudir
Uma busca Medrosa Divina Abençoada Busca do eu!
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Edgar Quintarelli
Membro Jr.
 
Mensagens: 69
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« Resposta #305 em: 16/Ago/09 20:48 » |
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Catarse Mariah Bonitah Edgar Quintarelli
Um retomar descuidado rebuscar acariciado revirar acertado refazer olvidado reviver sem cuidado...
Um procurar desmedido No vasculhar aturdido O conhecer-se iludido E reparar estarrecido E relembrar hei-me ardido!
Um questionar assombroso assumir pesaroso respeitar-se animoso levantar não forçoso sacudir primoroso
Uma busca Medrosa assistida Divina e humana Abençoada e profana Busca do eu!
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Autenticado
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Mariah Bonitah
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« Resposta #306 em: 16/Ago/09 20:58 » |
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Catarse Mariah Bonitah Edgar Quintarelli
Um retomar descuidado rebuscar acariciado revirar acertado refazer olvidado reviver sem cuidado...
Um procurar desmedido No vasculhar aturdido O conhecer-se iludido E reparar estarrecido E relembrar hei-me ardido!
Um questionar assombroso assumir pesaroso respeitar-se animoso levantar não forçoso sacudir primoroso
Uma busca Medrosa assistida Divina e humana Abençoada e profana Busca do eu!
Lindíssimo,poeta.Perfeito.
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Mariah Bonitah
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« Resposta #307 em: 16/Ago/09 21:12 » |
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Coisas de poeta Mariah Bonitah
A chuva em gotas glaciais Chora monótonamente...
Minha alma era o céu.
"Coisas de poeta,coisas de poeta" Repito com tristeza...
Mas esta queda d'agua Flui dentro de mim,e desemboca em versos.
Estrelas brilham No céu límpido do meu olhar Divinamente distante.
Que sonhos gratos e puros... Que crenças na eternidade... Chuva de estrelas e de poesia!
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« Última modificação: 17/Ago/09 09:58 por Mariah Bonitah »
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Autenticado
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Mariah Bonitah
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« Resposta #308 em: 16/Ago/09 22:19 » |
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Cena Aberta Mariah Bonitah
Espalme-se, coloque-se na palma da mão, entorne-se, esparrame-se.
Chova um pouco de você, chafarize-se de pingos seus.
Olhe ao seu redor, pendure-se, despenque-se.
Ponha-se desvendado, devassado e público.
Pronto, dane-se o mundo.
Cara limpa, grito pleno, coloque-se na boca da cena.
Seja-se, sem máscaras.
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« Última modificação: 17/Ago/09 09:53 por Mariah Bonitah »
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FATIMA MOTA
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« Resposta #309 em: 17/Ago/09 01:11 » |
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Na rota de colisão
Bateu com o copo na mesa Bebeu todo o líquido do pote Berrou o seu grito de morte Brindou a alegria e a sorte Brincou com a própria tristeza Brilhou no seu dia de glória Bebeu um gole a mais Bateu com a língua nos dentes Brigou e saiu tão somente Bailou na noite escura Bateu com o carro no poste Berrou sem ter quem lhe resposte Beijou seu sonho diurno Bancou o palhaço sozinho Bramiu a palavra em desuso Brecou aturdido no muro Quedou com a cara na porta.
*Fátima Mota*
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Autenticado
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Karinna
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« Resposta #310 em: 17/Ago/09 19:42 » |
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Na rota de colisão
Bateu com o copo na mesa Bebeu todo o líquido do pote Berrou o seu grito de morte Brindou a alegria e a sorte Brincou com a própria tristeza Brilhou no seu dia de glória Bebeu um gole a mais Bateu com a língua nos dentes Brigou e saiu tão somente Bailou na noite escura Bateu com o carro no poste Berrou sem ter quem lhe resposte Beijou seu sonho diurno Bancou o palhaço sozinho Bramiu a palavra em desuso Brecou aturdido no muro Quedou com a cara na porta.
*Fátima Mota*
**GENIAL**
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Karinna
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« Resposta #311 em: 17/Ago/09 20:31 » |
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Essência*
Ardente...derrama-se minha alma na quentura da vida que fantasiei, observando o atrito dos nossos nomes na poesia mágica que idealizei. Crente... perdida na abundância dolorida do instante que por vezes ouço o clamor, busco a textura táctil do sentimento que me incendeia e me cega com autoridade do ardor. Sinto...a soberania sonora desse sentimento, tão amado de cúmplice segredo, que percorre as veredas desse encontro de almas em vermelho. Rendida...entrego num manso movimento de lúcidos atos o que fui e o que sou, e viajo no inverso da realidade, na utopia que fogosa me invade na esperança de brindar-te com a essência de um poema de Amor...
Karinna*
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« Última modificação: 18/Ago/09 13:29 por Karinna »
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Autenticado
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Mariah Bonitah
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« Resposta #312 em: 17/Ago/09 22:25 » |
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Descaminhos Mariah Bonitah
Na caravana dos sozinhos... Lá vai a procissão dos sem ninguem, Sangrando descrença nos espinhos, Sem ver as rosas que os espinhos tem!
Vem da mata orquetração de passaros... Não procuram ver de onde o canto vem. E a noite, e a lua ,e a Catedral de estrelas? Ninguem busca o infinito para ve-las...
Onde o sonho, a alma ,o coração? E as mãos nas mãos de alguém? Solitários...Sem emoção... Amai, para fugir da solidão!
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Nilza Azzi
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« Resposta #313 em: 18/Ago/09 00:28 » |
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Superfícies
Na superfície tudo é fácil o ar está ali disponível respirar não requer esforço
no mergulho, haja fôlego!
Na superfície não há riscos pelo menos não tantos a visão é seletiva
já o mergulho turva e confunde!
Na superfície do primeiro encontro o amor com nome de paixão acontece e domina a vontade
mergulhar torna-se inevitável...
Nilza Azzi
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« Última modificação: 18/Ago/09 00:31 por Nilza Azzi »
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Nilza Azzi
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« Resposta #314 em: 18/Ago/09 23:37 » |
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Estante
Um livro fechado a palavra dorme em sonhos herméticos e histórias não ditas
Habita o silêncio a voz do narrador transmissão inútil de fatos recessivos
A lombada esquecida ao olhar distraído a ingente expressão das imagens errantes
Imóvel prisioneira o ouro, o couro, a pedra também o cisco trava do descaso
Nilza Azzi
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Autenticado
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