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Karinna
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« Resposta #570 em: 04/Nov/09 17:27 » |
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Puzzle*
Acorda-me tua madrugada Vislumbro teus sóis recolhidos E tuas luas consteladas Acenam-me pouso Talvez retaguarda. Madrugam madrigais Em poesias de vanguarda Cheiro de sereno Terra orvalhada. Nas fendas tênues Da tua riscada palavra Escavadas as rimas Puzzle lunar Cometas choram incompletos Querem teu feitiço, teu verbo.
Karinna*
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RONALDO RHUSSO
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« Resposta #571 em: 05/Nov/09 02:35 » |
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Profissão
Deito sobre as ondas curtas que transmitem euforia pela elétrica ionosfera! Quase surfo entre as mensagens, mas sou Anjo sem a prancha que eu deixei onde eu perdi a versão da liberdade...
Ronaldo Rhusso
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Autenticado
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Karinna
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« Resposta #572 em: 05/Nov/09 16:17 » |
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Epicentro*
Por entre arenosas Tenho estilhaços de afetos Nas lanternas da misericórdia Que o afago traçou
Olhos das memórias Guardam-te No centro...
Pois ficaste na despedida Esvaziando meus mares No café da manhã da palavra Que de Amor Nunca foi dita.
Karinna*
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RONALDO RHUSSO
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« Resposta #573 em: 06/Nov/09 00:35 » |
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Lotes
Disto disso tudo d'alma sem receios; Deito em frente ao mar e sinto que o frescor não é mais o mesmo.
Dispo meus sentidos como dispo o Mal de meu raciocínio puro, reto e simples.
Doso meu tecer de ideias fortes que perfazem retas.
Avenidas vazias desmentem solidão.
E eu nem sou assim...
Ronaldo Rhusso
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Soaroir
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« Resposta #574 em: 06/Nov/09 10:41 » |
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Amor nos Tempos do EmoticonSoaroir 6/11/09 Ele Explore e eu Netscape Nossos browsers recobraram As últimas imagens Armazenadas no cache Trocamos nossos cookies E também o nosso IP Dividimos uma Homepage Host daqui Host de lá Entre readme e reply Surgiu um Time-out Voltei ao login Mas dei de cara com o Firewall Consultei o Bookmark Deu Código 81000451! Mandei tudo pro trash Parti para Java E o deixei em HTML 
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« Última modificação: 06/Nov/09 12:58 por Soaroir »
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Karinna
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« Resposta #575 em: 06/Nov/09 14:36 » |
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Sobras*
Carrego um rastro absurdo Das sobras das tuas pegadas Paragens úmidas Ao toque dos dedos Ínfimos e incontestáveis trilhos. Restas ainda nas minhas fontes Inútil desgarrar-me do teu eu Restas em tudo que de mim pulsa Brotas em meus olhos partidos Vertes nos meus riachos Conservo-te em mim Manto aguado. Abriste-me em atalhos E te segui em vãos Dourados.
Karinna*
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« Última modificação: 06/Nov/09 16:50 por Karinna »
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Karinna
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« Resposta #576 em: 06/Nov/09 21:38 » |
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Imperativo*
campo magnético são brisas partidas entre nós somente organza do desejo. dá-me teu eco já não sangra o segredo empresta-me teu fascínio tato visual poderoso hologramas quentes píncaros de promessas frêmito do desassossego. olhos postos cílios suplicam vaporosos -desata-me e ama-me-
Karinna*
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Karinna
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« Resposta #577 em: 06/Nov/09 22:50 » |
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* Astro*
O sol sobre tua testa É todo tu um amplo laranjal Construindo colores No pleito da pele
És feito de sóis e de ventos Tuas mãos me são sorrisos Entrelaçadas na aba do mar
Tua boca me é espuma Em ondas A beijar.
Karinna*
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Joantago
Novato

Mensagens: 20
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« Resposta #578 em: 07/Nov/09 09:44 » |
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De repente, abri os olhos para o nada, impreesionado com este tipo de visão...! Senti, então, uma imagem crua, de dúvida, porque não tive forma desejada...
Teimosamente, procurei ocasião para manifestar uma palavra esquecida, num (in)consciente que me dá prazer... Será que é assim que terei de viver?
Joantago
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RONALDO RHUSSO
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« Resposta #579 em: 07/Nov/09 22:39 » |
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A olhos vistos!
Os tempos mudam, os indicadores tocam o próprio corpo e os vestígios do mal são levados ao vento...
Quando eu disse extenuado o que deixa enfezado assustei velha guarda e essa escreveu pra mim!
Eita amor transparente!
Ronaldo Rhusso
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Karinna
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« Resposta #580 em: 08/Nov/09 00:12 » |
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Candeeiros*
Eram ondas os sons destemidos Dissonantes Maresias incompreensíveis
Debruçavam-se de maduras Nas poeiras coloridas Temáticas piscadelas Poesias em aquarelas
Eram correntes douradas Em câmara lenta Ou em nanquim púrpura Retratos da vida crua
Cores desbragadas do verão Prefixo dos atos Eram nossos verbos
Experimentados o sol e a lua Candeeiros de anseios Nas íris multiplicadas No imo partido de um tão somente ensejo.
Karinna*
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Karinna
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« Resposta #581 em: 08/Nov/09 20:37 » |
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Eixos*
Embutido na inércia desse tempo Vou arrastando meu invólucro Morada de tantas facetas Num dilacerar mal definido Fatídico remoer... de mim, de todas... No torvelinho da alma Arrebatada da alcova No âmago das mal traçadas linhas Sonhos diluídos nas faces revolvidas Esfacelados na vida que presumi No reflexo de um ser, de tantos seres... De tantos anseios recônditos De todas que sou De nada que sou Ousei, corromper a palavra Amor. * Karinna
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Karinna
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« Resposta #582 em: 09/Nov/09 14:25 » |
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Cárcere*
Há uma noite infinda Nos olhos cerrados Um campo de angústias floradas Nas pálpebras alquebradas. Há um menos que nada Em calafrios eriçados Mágoa no sorriso fechado No torpor do choro suado.
São sobressaltos obtusos Gritos esmiuçados Na boca calada Dessa insônia intumescida Da tua fluída falta.
Karinna* ** *
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Mariah Bonitah
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« Resposta #583 em: 09/Nov/09 19:45 » |
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Meta-morfose Mariah Bonitah ♥
Um dia Quando forem mansas as noites E frios os dias Então entenderão o sentido dos meus versos
Tantos invernos Aquecidos pelos poemas Que resvalavam das minhas mãos... Surgidos dos meus sonhos. Nascidos das minhas entranhas.
O bem amado _o que amo entre bênçãos_ Terá o beijo e a carne das palavras.
E num tempo Em que as noites serão novas E dias de perpétuo carnaval, Saberão então Que metáfora não fui.
E tudo mudará Ou é que já mudou.
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Nilza Azzi
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« Resposta #584 em: 09/Nov/09 21:14 » |
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Bucólica
Joguei os meus sentimentos nas águas da corredeira e aos meus olhos, pouco atentos, pareceu que a vida inteira o amor buscou rio acima, a pureza das nascentes, a fonte mais cristalina, as verdades inocentes...
E o coração já vazio de desejos e de afetos foi tecendo fio a fio os flertes sempre corretos. Como a xícara de chá, do discípulo agitado transborda, deixo escoar meus anseios, sem cuidado.
Bem quisera apaixonar-me por ti, cada amanhecer e, à noite, fazendo charme, esquecer-te, desfazer os traços do meu anelo e entregar à correnteza qualquer laço, qualquer elo; guardar somente a leveza.
Nilza Azzi
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