Texto

Paz dos túmulos


Ó paz dos túmulos
Ó frio das tardes invernais nos cemitérios
Ó mármores gelados, rosas frias, Cristos de gêlo, como vos espero!
Quando serei silêncio e frio apenas?
Quando serei apenas o íntimo da terra?
Quando, enfim, dormirei na paz - na álgida paz?

Ó vento que matais as rosas, vento frio!
Quando me levareis mudando em poeira?
Quando me levareis pelas ruas
Quando me levareis em mim mesmo mudando
Para o grande mar, o grande mar, o grande mar...


Homenagen a um de meus poetas favoritos:
                                                  Augusto Fredirico Schmidt
Guardião
Publicado no Recanto das Letras em 05/11/2009
Código do texto: T1905816
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Comentários
06/11/2009 11h55 - Agildo Menininho
parabéns guardião seu texto ficou muito bom...

Sobre o autor
Guardião
São Paulo/SP - Brasil, 27 anos
11 textos (1184 leituras)
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