Texto

Quase que a historia termina aqui (11/23)

- Estou cansado disso! – Alan disse quando se levantou.
Ele se agachou pegou uma pedra (ele sempre faz isso) e jogo-a. Acertou num carro que atropelou um ciclista e em seguida bateu numa arvore.
- Viu o que você fez, se eles morrerem vão te processar!
Alan e a Mônica foram ver o motorista e mandaram a Sabrina olhar o ciclista.
- Nossa a coisa ta feia! Quebraram as duas rodas! – assustou-se a Sabrina.
- Não é pra olhar a bicicleta, é o ciclista.
Mônica e Alan olharam o motorista.
- Oh, meu deus é o ARNOLD!
A Sabrina se aproximou do carro e falou:
- É o Miguel!
- Não é o ARNOLD – Corrigiu Alan.
- Esse não! Aquele é o Miguel! – Sabrina apontou para o ciclista.
Os três foram ate lá, realmente era o Miguel.
- Você esta bem! – Alan disse batendo de leve no rosto do Miguel.
Miguel abriu os olhos deu um soco no olho do Alan.
- Por que você não previu isso! – Miguel falou ironicamente pro Alan que estava da cabeça baixa com a mão no olho.
Alan passou uma rasteira no Miguel que ele caiu de costas no chão.
- Ai! Você quebrou meu nariz, Alan.
Alan segurou o Miguel pelo colarinho Miguel fazia o mesmo com o Alan, porem abriga foi interrompida quando a Sabrina falou:
- Morto dirige carro?
- Claro que não! – Mônica respondeu
- Então alguém avisa isso pro ARNOLD.
O carro do ARNOLD estava ligado e indo a direção a eles, chegou, parou, desligou, abriu à veneziana, baixou a janela. ARNOLD pós a cabeça pra fora, seu supercílio estava sangrando, ele falou:
- Vocês entrem, Alan eu já descobri tudo!
Eles entraram no banco de trás estava o agente funerário.
- Eu não tinha te visto, você estava na aqui na hora do acidente? – Mônica perguntou ao agente funerário.
- Claro, só que eu sou um personagem figurante, o narrador nem se preocupa em me anunciar.
- ARNOLD você esta com o supercílio sangrando.
- Não é nada em todo acidente de automóvel o supercílio fica sangrando – ARNOLD explicou – Alan você vai-me ex...
Alan teve uma visão, ele viu um trem, uma alavanca, uma chave.
- Eu tive uma visão...
O carro do ARNOLD parou em um cruzamento, em cima de um trilo do trem.
- Droga! Sabia que era pra eu ter enchido o tanque! – exclamou.
A luz vermelha do cruzamento ficou acesa, o apito do trem fez quase todos passageiros descerem, o único que ficou foi o ARNOLD.
- Olhem em volta – ARNOLD falou – tem vários trilhos, esse trem é da linha vizinha a que estou...
- Eu te salvo ARNOLD! – Sabrina falou puxando uma alavanca e mudando o trem de linha.
- Nããããõoooo...! Puxe de volta! – ARNOLD gritou.
- Opa...! Quebrou... – Ela disse.
Alan correu ate o carro, pegou o ARNOLD pelo pescoço e tentou puxa-lo pra fora.
- Você... Esta... Enforcando-me... – ARNOLD falou sufocado.
Alan o solto. ARNOLD disse.
- Eu não estava nem de cinto, agora estou com o cinto, e todo acorrentado.
- De lembranças a São Pedro... Tchau! – Alan falou enquanto corria para onde os outros estava.
ARNOLD ficou desesperado tentando sair. Em seu bolso ele encontrou um pedaço de papel, ele leu:
 “Você esta participando dos games mortais, a chave para abri seu cadeado esta atrás do seu olho, você terá que pega-la usando uma chave mestra que esta no seu bolso”.
ARNOLD pegou a chave mestra e furou seu próprio olho, tirou-o pra fora, não achou a chave achou outro papel.
Ele leu com o olho bom, “Esta no outro olho”.
O trem atropelou o carro explodindo-o em milhares de pedaços.
- Eu preciso falar a verdade pra vocês – O agente falou.
O trem continuava passando, no trilho havia vários pedaços.
- Não é o que... – tentou falar o agente funerário.
Ele foi interrompido por um pedaço do carro que o trem jogou em direção ao agente funerário, cortou no pescoço.
O trem passou. O agente funerário estava em pé, parado olhando pro nada, a Sabrina se aproximou.
- Você esta bem, hei! Você esta bem?
Sabrina o balançou que caiu cabeça pro lado e corpo para o outro, a Sabrina apanhou a cabeça e falou:
- Você esta bem, hei! Você esta bem? Gente acho que ele não esta legal!
- Isso só acontece quando você esta por perto, Alan – Miguel gritou para o Alan – Vou para um lugar onde ficarei sozinho.
Miguel saiu.
- Vamos embora! – Alan falou para as meninas.
- Vão, eu vou ficar aqui! – Sabrina disse.
Alan e a Mônica se retiraram, a Sabrina chacoalhando a cabeça do agente falou “se você estiver morto, fale alguma coisa”.
adecio
Publicado no Recanto das Letras em 04/11/2009
Código do texto: T1905293

Copyright © 2009. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
Indique para amigos
Denuncie conteúdo abusivo

Comentários

Sobre o autor
adecio
Russas/CE - Brasil, 21 anos
19 textos (353 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 26/11/09 07:52)

Como anunciar aqui?