GRILHÔES
Quando estavas aqui eu era prisioneira do teu amor.
Mas eram grilhões de mel e flores, e por nada deste mundo deles queria me libertar, pois feliz era em ser tua prisioneira.
E pensava: Doces grilhões! Doce cativeiro!
Só que tu te foste, e eu permaneço tua prisioneira.
Agora os grilhões são de ferro e aço, doem, ferem e me deixam infeliz, pois são os da saudade.
E me quedo a pensar:
Vem meu amor... e mais uma vez me aprisiones nos doces grilhões
do tei omesquecível Amor...
Maria Amelia
lylian
Publicado no Recanto das Letras em 18/07/2008
Código do texto: T1087037
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