![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() |
Texto

| PROMESSAS DE NATAL Pela vida, não foram impressas, pela vida, foram logo esquecidas, hoje, relembrando nossas promessas, que nunca foram, por nós cumpridas. Se foi uma verdade, ou se fingimos, não importa, já faz parte do passado, se cumpri las não conseguimos, não existe hoje, nenhum culpado. Fizeram parte de um momento feliz, voce fez promessas, e eu também, verdadeiras ou falsas? Isso não diz, promessas, não fazem mal a ninguém. Fazem parte de nossa mocidade, promessas que nascem e vão embora, mas algumas delas, deixaram saudade como as suas, que relembro agora. O que naquela noite de NATAL, dizia, foi muito bonito! Dificil pra esquecer... Lembro, te prometi uma poesia, cumpri, mas sei que nunca irá ler... |
| GIL DE OLIVE |
| Publicado no Recanto das Letras em 03/11/2009 Código do texto: T1902366 |
Comentários 
Sobre o autor

|
GIL DE OLIVE
Campo do Jordão/SP - Brasil
1548 textos (114896 leituras)
30 e-livros (1582 leituras) (estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 27/11/09 04:54)
|
![]() |