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Texto

| A chuva Despencam as horas Em insistentes gotas Que caem dos céus Em chuva diluviana. Tudo se esconde Se fecha, arrepia-se E murcha. O vento enregela a pele Frustrando a faina, Adiando os encontros Trazendo a tristeza E a saudade irmã. É tempo de repensar Analisar os sentimentos Deletar os fracassos E armazenar a esperança. A chuva sempre nos alerta Que somos frágeis, mortais E passageiros. A chuva insistentemente nos diz: Lavem as suas almas, ínfimos seres, E contemplem o poder Sobrenatural da natureza! |
| Antônio Gonzaga Tomáz |
| Publicado no Recanto das Letras em 07/08/2008 Código do texto: T1117079 |
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Sobre o autor

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Antônio Gonzaga Tomáz
Natal/RN - Brasil, Escritor Amador
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