O Sabiá no mundo dos homens
O lampejo iluminou e o amor esquentou
Os olhos que se abrem trazem lágrimas de verdade
Pobres são aqueles que acreditam em humanidade
Lavanta-se o grito de Zaratustra perante um dor estranha
Pois vá lá, homem da trevas
O super-homem dos pequenos humanos
Diga se posso, eu, ser o super-homem de grandes almas
Tem dias que sinto todas as dores do mundo em meu corpo
O que dizes contraria meu coração...
Eu não sou o verme obscuro que sente dor
Eu sou o homem de luz que aprendeu entre chamas
Se sentir dor é fraqueza, o que é ser fortaleza?
Sinta, viva, esqueça...
Seja feliz amando criaturas e criadores
Não negue a crença do bem e do mal
Esqueça, viva e sinta
Apenas seja o que deve ser
Sou a alma maior do meu mundo
E onde moro as flores são coloridas
Ah sim! O meu mundo têm homens, onde cantam outros sabiás....
Pássaro das Palavras
Publicado no Recanto das Letras em 07/08/2008
Código do texto: T1117887
Copyright © 2008. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.