Texto

Temperança.



Do que sei,
juntei,
ao sabor de viver,
abacaxi, gengibre e iogurte,
pra fazer do meu amor
temperança furta cor.
Ácido, doce, acridoce,
sorvo goles bem batidos,
de delícias, de prazer,
como se fosse
carrossel de esperança.
Tudo pode acontecer!
Faz de conta que amanhece toda vez,
repartindo com quem dança
a canção que a tudo alcança.

Gaiô.
Gaiô
Publicado no Recanto das Letras em 04/11/2009
Código do texto: T1904925

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Comentários
04/11/2009 17h03 - marcelo riboni
Parabens Gaiô, esta um belo poema. cheio de inspiração e imaginação. adorei. te convido a conhecer meu humilde espaço aqui no recanto e ler alguns dos meus textos. abraços.

Sobre a autora
Gaiô
Ribeirão Preto/SP - Brasil
207 textos (3335 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 27/11/09 02:37)

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