O amor quando se vai resta a viola
O amor quando se vai resta a viola
Aonde num ponteio de saudade
Encontro a tão querida liberdade,
O verso da cantiga me consola.
Se a vida me negou estudo, escola,
Da lua na varanda, a claridade,
Trazendo ao coração tranqüilidade
Lembranças deste amor entram de sola
Por isso, meu amigo eu te garanto,
Que seco com a música meu pranto
E volto, novamente a ter um sonho.
Nas noites de luar, cantando à lua,
O bem da fantasia continua
E os versos mais sentidos, eu componho...
Marcos Loures
Publicado no Recanto das Letras em 03/07/2008
Código do texto: T1063372
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