Se a bunda da sobrinha é muito grande,
Se a bunda da sobrinha é muito grande,
( compete com a bunda melancia )
Desbunde que abundância agora cria
Bem antes que esta história já desande.
Sem ter regra que impeça ou que comande
Verdade é que o país abundancia
Protuberância enorme sem quem mande
Balança na tevê, pois, todo dia.
História sem igual, tão nauseabunda
Redunda na cultura nacional.
Enquanto a poesia só se afunda
Eu creio ser somente um vil boçal
Amor já desdentado e até corcunda,
Pensando no capítulo final...
Marcos Loures
Publicado no Recanto das Letras em 04/07/2008
Código do texto: T1064705
 | Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. |