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Texto

As Ilusões do Amor Sonho que é ilusão, que resiste a realidade, e que se faz drama, se faz dor que visita, mas promessa que fica. É anjo noturno, que guarda o sono, é ser encantado da lua, que conversa com as estrelas, que chega como perfume floral, trazido pela brisa da noite. Que finge existir, mas apenas se esconde, que finge ocultar-se, mas que se faz presente. Não tem face, mas tem sorriso, não tem rosto, mas tem olhar. Abra a porta do coração, diz que veio para ficar, que quer fazer ali pousada, que quer ali repousar, para por fim tomar posse. Num jogo sem regras, num delírio noturno, numa troca de desejos, num misturar de emoções. O amor será eternamente virginal , somente as paixões envelhecem. Toda dama aguardará sempre o seu cavalheiro, o seu herói ocasional, talvez seu principe ou quem sabe rei. Pois que ilusão e fantasia, vivem entre os prédios da cidade e a terra do nunca. E o Nunca é tão distante, que tudo vale por um instante, vale a lágrima perdida, vale o sorriso roubado. |
| Gilberto Brandão Marcon |
| Publicado no Recanto das Letras em 04/07/2009 Código do texto: T1682214 |
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Sobre o autor

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Gilberto Brandão Marcon
São João da Boa Vista/SP - Brasil, 46 anos
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